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Cotidiano
26/06/2009 - 23h01

Gripe suína faz turistas brasileiros trocarem Argentina por serra gaúcha

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GUSTAVO HENNEMANN
da Agência Folha

O aumento no número de casos da gripe A (H1N1) na Argentina tem aquecido o mercado da indústria hoteleira na serra gaúcha, segundo o sindicato que representa o setor na região, a mais visitada durante o inverno do Rio Grande do Sul.

Os hotéis de Gramado, Canela e cidades próximas têm recebido turistas que antes planejavam ir para as cidades argentinas de Buenos Aires e Bariloche, mas mudaram de ideia em razão da epidemia no país vizinho, segundo a associação local da hotelaria, bares, restaurantes e similares.

As reservas para julho, mês de alta temporada na serra, aumentaram de 10% a 15% em relação ao ano passado, de acordo com o presidente da entidade, Júlio Manoel Cardoso.
Nesta semana, a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens), solicitou às agências de turismo que recomendem a seus clientes o adiamento das viagens à Argentina e ao Chile ou a mudança do destino, caso seja impossível adiar.

Por ter clima clima frio e compatível com os destinos originais, a serra gaúcha acaba se beneficiando, segundo a assessoria da Abav.

Contudo, o aumento na procura por pacotes de férias de julho no Rio Grande do Sul já registra crescimento desde o início do ano e não é efeito exclusivo do surto de gripe, ainda de acordo com a Abav.

Na terça-feira (23), o Ministério da Saúde recomendou que crianças com menos de 2 anos e pessoas com mais de 60 anos ou com baixa imunidade evitem viajar à Argentina e ao Chile em razão do risco elevado de contaminação.

Segundo a Emprotur, órgão de promoção do turismo em Bariloche, não há registro de cancelamentos de reservas até agora. No entanto, o anúncio do governo brasileiro surpreendeu a cidade, já que não fez distinção entre os destinos dentro da Argentina.

A segurança para os turistas está garantida, segundo o órgão, porque Bariloche foi uma das primeiras a tomar medidas de precaução e registra apenas quatro casos da gripe.

Comentários dos leitores
Caro Eugenio Araujo,

A prescrição e dispensação do Olseltamivir fora dos critérios previstos no protocolo do Ministério da Saúde ficam sob a responsabilidade conjunta do médico responsável pela prescrição e da autoridade de saúde local. Nesse caso, a autonomia do profissional está em decidir ou não pela prescrição do medicamento.

Quanto à venda do medicamento nas farmácias, como já foi dito anteriormente, o Ministério da Saúde não a proibiu, porque não tem atribuição para isso. A falta do remédio ocorreu porque a empresa fabricante não conseguiu suprir a demanda do mercado. Segundo o laboratório, o remédio estará disponível nos estabelecimentos comerciais assim que suprir a demanda dos governos. Continuamos à disposição.
fernanda.scavacini@saude.gov.br
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
sem opinião
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eugenio araujo (87) 10/12/2009 00h17
eugenio araujo (87) 10/12/2009 00h17
MS
Continuo afirmando que no seu "Protocolo" diz que a prescrição de medicamentos fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de Saude local. Isto nao está escrito????Do momento que algo tem que ser em conjunto, não existe autonomia individual, ou seja, o medico que prescreve fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de saude local. Então onde esta a autonomia do medico, ou voces mudam o protocolo, ou deixem de dizer mentiras. Pois vale e o que esta escrito em procedimento.
E por falar no tamiflu, quando voces vão deixar de estatizar o mesmo?
Em nenhum pais existe (vamos dizer + 2) . existe esta proibição de vendas em farmacias, ou como voces dizem " o labratorio esta atendendo demanda elevada". Por que no Brasil é diferente dos outros paises, o laboratorio instalado aqui é diferente dos outros paises, pois consegue atender a demanda do mundo, menos do Brasil. Tenha a santa paciencia. não somos bobos. Voces dificultaram o acesso ao medicamento atraves de prescrição medica. Não temos direito de livre escolha de medicos e comprar o medicamento onde quisermos (obs. com prescrição medica, que fique bem claro).
5 opiniões
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Olá Ana Leal,

O Comitê Assessor para Vacinas da Organização Mundial de Saúde divulgou uma nota no dia 4/12 informando que todas as vacinas com e sem adjuvantes foram testadas e são seguras.
Até o momento não se tem evidenciado aumento da ocorrência de eventos adversos graves, em relação à média observada nos últimos anos para outras vacinas.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
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