STJ autoriza acusada de matar marido no Rio a responder pelo crime em liberdade
da Folha Online
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) aceitou na noite desta terça-feira um pedido de liminar (decisão provisória) referente à suspensão da prisão preventiva de Alessandra Ramalho D'Ávila, 35 --acusada de matar o marido, o empresário Renato Biasotto, 52, no Rio.
A prisão preventiva de Alessandra foi decretada no último dia 18 pelo juiz Sidney Rosa, do 3º Tribunal do Júri do Rio, que recebeu a denúncia do Ministério Público Estadual.
A defesa de Alessandra chegou a recorrer desta decisão no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio), porém, a Justiça negou o pedido de suspensão da prisão. Mesmo assim, a viúva não chegou a ser presa, e permaneceu foragida desde o dia do crime, ocorrido em 13 de junho.
Os advogados de Alessandra alegam que ela agiu em legítima defesa e argumentam não haver necessidade da prisão da viúva.
O empresário morreu com golpes de facada no rosto e no peito em um condomínio de luxo na avenida Lúcio Costa, em frente à praia, na Barra da Tijuca, onde o casal morava com o filho de cinco anos.
Segundo a defesa da mulher, ela agiu em "em legítima defesa do filho e dela", pois o marido "costumava ficar agressivo" quando consumia bebidas alcoólicas. Alessandra foi indiciada por homicídio.
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