Ministério da Saúde confirma mais 14 infectados pela gripe suína; casos chegam a 694
da Folha Online
O Ministério da Saúde anunciou na noite desta quarta-feira foram confirmados mais 14 casos de gripe suína --a chamada gripe A (H1N1)--, o que eleva o número de infectados no Brasil para 694.
Os novos casos são do Rio Grande do Sul (5), São Paulo (4), Minas Gerais (3), Maranhão (1) e Rio de Janeiro (1).
O número de infectados é o acumulado de casos desde os primeiros registros de infecção no país, no dia 8 de maio. A quase totalidade desses pacientes já recebeu alta ou está em processo de recuperação, segundo o Ministério da Saúde.
Até terça-feira (30) o ministério acompanhava 1.049 casos suspeitos no país. As amostras com secreções respiratórias desses pacientes estão em análise laboratorial. Outros 1.041 casos foram descartados.
Suspeita descartada
Ontem, a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul descartou que a morte de um engenheiro americano tenha sido causada pelo vírus H1N1, causador da gripe suína --a chamada gripe A.
O americano, de 59 anos, morreu na noite da última sexta-feira (26) depois de entrar em coma. O engenheiro mecânico chegou a trabalho no Estado no dia 21 e foi internado no hospital de Montenegro na última quarta-feira (24). No dia seguinte à morte, a secretaria começou a investigar se a causa era a gripe suína.
Por meio de nota, o Ministério da Saúde, com informações da secretaria gaúcha, informou que exames preliminares já indicavam que a morte teria causas bacterianas e não virais, mas foram tomadas providências de praxe, como a coleta de secreção nasal para a realização de exames.
Primeira morte no país
No último domingo (28) em Passo Fundo (RS) morreu o primeiro brasileiro vítima de gripe suína. O caminhoneiro Vanderlei Vial, 29, esteve na Argentina a trabalho e retornou no dia 20 ao Brasil.
Inicialmente ele foi atendido na Fundação Hospitalar Santa Terezinha, de Erechim (RS). Ele ficou no local até a última segunda-feira (22), quando foi transferido para Passo Fundo.
Informações preliminares dos hospitais em que ele foi atendido dão conta que ele ficou cerca de 15 dias na Argentina e ao retornar ao Brasil apresentou piora no quadro de pneumonia. O resultado de seu exame foi feito pelo laboratório Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
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Sobre essa resposta
Eugenio,
Você está equivocado, as autoridades de saúde local não necessitam autorizar os médicos a prescreverem o medicamento. Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio. Estamos à disposição. Se o médico possui autonomia de receitar o remédio, porque vocês estão salientando que " Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio". O Médico não estudou para isso? Para saber o que é melhor para seu paciente?
Vocês dizem o médico tem autonomia para receitar e logo depois: Mas ele só deve administrar o medicamento caso o paciente realmente necessite...
Imagine eu chego no médico, ele receita o tamiflu. Dai eu digo, mas doutor o remédio só deve ser receitado se eu realmente precisar... Ele vai dizer quem é o médico aqui!!!
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No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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