Cresce número de casos de gripe suína contraídos no Brasil, diz ministro
da Folha Online
Atualizado às 17h04.
Aumentou o número de casos autóctones da gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- no Brasil, informou nesta sexta-feira o Ministério da Saúde. Os casos autóctones são aqueles cuja transmissão ocorre dentro do território nacional.
De acordo com o ministro José Gomes Temporão (Saúde), há três semanas apenas 6% dos casos confirmados da doença haviam sido contraídos dentro do país, mas o índice subiu para 30% nesta semana.
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Mesmo assim, o ministro afirmou que não há evidências de transmissão sustentada no Brasil, já que "todos os casos autóctones têm vínculo com infecção contraída fora do país", afirmou Temporão.
Balanço divulgado hoje mostra que o país tem 756 casos casos confirmados --19 a mais que o número divulgado ontem. Para o ministro, no entanto, já era esperado o crescimento do número de casos de gripe suína no país, devido à chegada do inverno no hemisfério Sul.
O ministério informou ainda que a quase totalidade desses pacientes já recebeu alta ou está em processo de recuperação, e enfatizou que o índice de letalidade da gripe A (H1N1) se aproxima ao da gripe comum, que é de aproximadamente 0,4%.
Ainda de acordo com o ministério, apenas cerca de 25% das pessoas atendidas no Instituto Adolfo Lutz em São Paulo foram diagnosticadas com a gripe suína.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
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Continuo afirmando que no seu "Protocolo" diz que a prescrição de medicamentos fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de Saude local. Isto nao está escrito????Do momento que algo tem que ser em conjunto, não existe autonomia individual, ou seja, o medico que prescreve fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de saude local. Então onde esta a autonomia do medico, ou voces mudam o protocolo, ou deixem de dizer mentiras. Pois vale e o que esta escrito em procedimento.
E por falar no tamiflu, quando voces vão deixar de estatizar o mesmo?
Em nenhum pais existe (vamos dizer + 2) . existe esta proibição de vendas em farmacias, ou como voces dizem " o labratorio esta atendendo demanda elevada". Por que no Brasil é diferente dos outros paises, o laboratorio instalado aqui é diferente dos outros paises, pois consegue atender a demanda do mundo, menos do Brasil. Tenha a santa paciencia. não somos bobos. Voces dificultaram o acesso ao medicamento atraves de prescrição medica. Não temos direito de livre escolha de medicos e comprar o medicamento onde quisermos (obs. com prescrição medica, que fique bem claro).
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Até o momento não se tem evidenciado aumento da ocorrência de eventos adversos graves, em relação à média observada nos últimos anos para outras vacinas.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br.
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Ministério da Saúde
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