Polícia de SP prende 90 pessoas que aplicavam golpes na praça da Sé
da Folha Online
Atualizado às 21h53.
O Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos, da Polícia Civil) prendeu 90 pessoas nesta segunda-feira na operação Marco Zero, na praça da Sé, centro de São Paulo. Durante 60 dias, os policiais investigaram os suspeitos e mapearam diversas atividades ilícitas praticadas na área pelo grupo.
| Adriano Vizoni/Folha Imagem |
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| Suspeitos (foto) foram investigados durante 60 dias por policiais do Garra, em São Paulo |
Segundo o delegado Osvaldo Gonçalves, supervisor do Garra, as equipes desenvolveram um trabalho diário de levantamento de grupos agindo na praça da Sé.
Os crimes vão desde venda de documentos falsos, estelionato, receptação de objetos, venda de armas, furtos e roubos. Também estão, entre os presos, pessoas procuradas pela Justiça.
"A praça da Sé é um microcosmo da criminalidade da cidade. Muitos bandidos convergem para esse local", disse o delegado.
Para realizarem as prisões hoje, os policiais usaram disfarces --como uniformes de garis, entre outros. A operação começou por volta das 13h. Além das prisões, também foram apreendidos objetos.
A polícia precisou de um ônibus e 20 carros do Garra para transportar os detidos. No Deic, as delegacias da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio passaram a trabalhar em mutirão para averiguar e registrar as ocorrências.
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