Adolescente internada com gripe suína no RS melhora e não corre mais risco de morte
da Folha Online
A estudante de 14 anos de São Gabriel (RS), internada há três semanas com diagnóstico de gripe suína --gripe A (H1N1)-- apresentou melhora e não corre mais risco de morrer. Na terça-feira (7), um boletim do HUSM (Hospital Universitário de Santa Maria), onde ela está internada, dizia que a adolescente tinha sinais de fibrose pulmonar, o que deixou seu estado de saúde gravíssimo.
A adolescente está no hospital desde o dia 21, e contraiu a doença após uma viagem a Buenos Aires, na Argentina.
De acordo com o último boletim do hospital, a ventilação mecânica para a respiração da paciente foram minimizados e uma trasqueostomia foi realizada nesta quinta-feira --procedimento que facilitará a retirada aos poucos dos aparelhos para a respiração artificial.
Outra vítima
O estado de saúde de um homem de 27 anos diagnosticado com gripe suína em Belo Horizonte (MG) continua gravíssimo, de acordo com o Hospital das Clínicas. Ele está internado na UTI (Unidade de Terapia intensiva).
Segundo a assessoria do hospital, o quadro respiratório do paciente apresentou piora na quarta-feira (8), o que fez seu quadro clínico mudar de grave para gravíssimo. Ainda de acordo com o hospital, ele está sedado, respira com a ajuda de aparelhos e corre risco de morrer.
Morte
Um caminhoneiro de 39 anos morreu no último sábado (4) no município de São Borja (RS) com suspeita de ter contraído a gripe suína --a chamada gripe A (H1N1). Se confirmada, essa será a segunda morte em decorrência da doença no país. A primeira também foi de um caminhoneiro, no mesmo Estado.
Em todo o Brasil, o número de casos confirmados da doença chega a 905. O Estado do Rio Grande do Sul possui 111 casos confirmados da gripe suína. Duas cidades --São Gabriel e Itaqui já decretaram situação de emergência devido à doença.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
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No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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Você está equivocado, as autoridades de saúde local não necessitam autorizar os médicos a prescreverem o medicamento. Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio. Estamos à disposição.
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