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Cotidiano
11/07/2009 - 13h36

Osasco (SP) procura crianças que tiveram contato com menina morta com gripe suína

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da Folha Online

A secretaria municipal de Saúde de Osasco, na Grande São Paulo, decidiu monitorar o estado de saúde de todas as crianças que tiveram contato com a menina de 11 anos que morreu infectada com o vírus da gripe suína, a chamada gripe A (H1N1). O anúncio da morte foi feito ontem pela Secretaria Estadual de Saúde.

O município destacou agentes da Vigilância Epidemiológica para encontrar as crianças que estiveram com a menina na escola ou na van de transporte escolar.

O grupo orienta os pais a identificar os sintomas de gripe, que, se diagnosticada, deve receber tratamento médico. A secretaria afirma que não há prazo para que o monitoramento acabe.

O site da Prefeitura de Osasco tentou acalmar a população afirmando que a doença, no município, está controlada. "Estamos trabalhando na investigação sobre a forma como a vítima fatal e seus familiares contraíram a doença, fazendo uma busca ativa na escola e outros locais frequentados por eles", diz a nota oficial.

O caso

Moradora de Osasco, a menina apresentou os sintomas da doença no dia 28 de junho. No dia 30, ela deu entrada em um hospital particular da cidade, e morreu apenas seis horas após a internação, vítima de uma infecção generalizada.

Segundo o secretário de Saúde do Estado, Luiz Roberto Barradas, o vírus da gripe A (H1N1) piorou o estado da criança. "O comum é a gripe baixar a imunidade [da pessoa] e ela morrer em consequência dessa queda imunidade", disse.

A secretaria informou que ainda não sabe onde a criança foi contaminada. De acordo com Barradas, o irmão dela, de 7 anos, a mãe, 40, e o pai, 57, também foram diagnosticados com gripe suína.

"Não sabemos onde essa criança se contaminou. Estamos investigando o caso. Como só descobrimos agora, estamos fazendo um trabalho retrospectivo", disse o secretário.

Estado grave

O Brasil tem ao menos mais três casos de pessoas com gripe suína internadas em estado grave, além dos outros dois casos de São Paulo. Duas são do Rio Grande do Sul --primeiro Estado a registrar uma morte em decorrência da doença, no final de junho-- e uma de Minas Gerais.

Nesta sexta-feira à tarde, a Secretaria de Saúde de São Paulo informou que duas pessoas estão internadas na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no Estado --sendo uma delas na capital e outra no interior. Hoje também, foi confirmada a primeira morte por gripe suína em São Paulo --a segunda no país-- de uma menina de 11 anos, de Osasco (Grande São Paulo), que morreu no último dia 30 de junho.

Desde maio deste ano, foram confirmados 1.027 casos de pessoas infectadas no Brasil pela gripe --sendo 457 somente em São Paulo.

Comentários dos leitores
Glória Araújo (58) 27/11/2009 21h57
Glória Araújo (58) 27/11/2009 21h57
A população brasileira na sua maior parte é desinformada,consumistas sem formação média de cultura,outra grande fração são analfabetos,por exemplo saem para manifestações as mais diversas,mas, pode morrer um parente,um amigo da famosa gripe que ´´eles´´ não proucuram se unir para nenhuma manifestação. Portanto acho que o MS sabe com qual população estão tratando.Aconteça epidemia,não existirá reação.
O site de muita gente é outro, sua praia não é a saude. O governo sabe disso.Acho que o MS deve
aproveitar e entender também que essa coletividade vai piorar o contagio do H1N1.
Deveria acontecer campanhas de sensibilização e esclarecimentos para todos melhorar sua condiçao de conhecimento e ter interesse também para esse conhecimento,vai evitar propagação do H1N1.
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Ministério da Saúde (187) 26/11/2009 10h36
Ministério da Saúde (187) 26/11/2009 10h36
Willian Giaz,
O Ministério da Saúde está atento e continua realizando todas as ações relacionadas à Influenza A (H1N1). Cabe ressaltar que o número de casos graves da doença e de óbitos vem diminuindo. Estamos sempre à disposição.
1 opinião
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Ministério da Saúde (187) 26/11/2009 10h25
Ministério da Saúde (187) 26/11/2009 10h25
Augusto Pestana,
Apesar de ainda serem notificados novos casos graves de Influenza A (H1N1), esse número teve uma grande redução. No Brasil, em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até 07 de novembro), apresentou redução de 97%. Esse decréscimo também ocorreu nas regiões do país. Na região Sul, por exemplo, a redução foi de 98%. Continuamos à disposição.
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