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Cotidiano
22/07/2009 - 08h38

Estado quer recuperar viciados da cracolândia

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Colaboração para a Folha Online

O governo estadual concluiu que depende menos da polícia do que dos psiquiatras para enfrentar o crack na região da Luz (centro de São Paulo). Essa é a principal novidade do plano desenhado para tentar diminuir a incidência do uso de drogas na cracolândia, informa a reportagem do colunista Gilberto Dimenstein publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O sucesso vai depender, segundo técnicos do governo, do encaminhamento dos viciados para centros de tratamento psiquiátrico, com a oferta de leitos nos hospitais, enquanto se aumenta a fiscalização policial. Além disso deverá ser garantido o acesso dessas pessoas a cursos profissionalizantes, o primeiro emprego, sessões de psicoterapia, escola em tempo integral e oficinas culturais e esportivas.

Segundo a reportagem, a ofensiva baseia-se, em parte, nas operações realizadas em bairros de São Paulo (Elisa Maria, na zona norte, e Paraisópolis, na zona sul, por exemplo) onde com o nome de Virada Social, juntaram-se as mais diversas secretarias estaduais e municipais, oferecendo desde luz, novas praças, escolas e centros de saúde até cursos técnicos ou horário escolar em tempo integral. No caso do bairro Elisa Maria, a taxa de homicídio caiu rapidamente.

A parte mais vulnerável do projeto, porém, é o tratamento psiquiátrico, sem o qual é praticamente impossível deixar a dependência de drogas

Comentários dos leitores
Marcos cunha (61) 10/11/2009 18h12
Marcos cunha (61) 10/11/2009 18h12
Quando o indivíduo chega no krack, não tem volta, tive um amigo que ficou sem usar por dez anos e acabou voltando.
Tinha que pegar estas pessoas e coloca-las numa (cidade) isolada dar comida e drogas a vontade, quem sabe nós teríamos um pouco de sossego.
É utópico, mas não vejo outra saída.
sem opinião
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Carlos Lima (33) 06/10/2009 09h46
Carlos Lima (33) 06/10/2009 09h46
ai esta o preço do desarmamento, o cidadão de bem perdeu o direito de se defender...
já o marginal, ele adquire armas com facilidade, não cumpre as leis.
um povo desarmado é um povo rendido...
1 opinião
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Carolina F. (4) 05/10/2009 19h27
Carolina F. (4) 05/10/2009 19h27
Provavelmente a grande ação deles seja empurrar os mendigos e a criminalidade ainda para outros bairros vizinhos, fazendo um rodízio. sem opinião
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