Estado quer recuperar viciados da cracolândia
Colaboração para a Folha Online
O governo estadual concluiu que depende menos da polícia do que dos psiquiatras para enfrentar o crack na região da Luz (centro de São Paulo). Essa é a principal novidade do plano desenhado para tentar diminuir a incidência do uso de drogas na cracolândia, informa a reportagem do colunista Gilberto Dimenstein publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O sucesso vai depender, segundo técnicos do governo, do encaminhamento dos viciados para centros de tratamento psiquiátrico, com a oferta de leitos nos hospitais, enquanto se aumenta a fiscalização policial. Além disso deverá ser garantido o acesso dessas pessoas a cursos profissionalizantes, o primeiro emprego, sessões de psicoterapia, escola em tempo integral e oficinas culturais e esportivas.
Segundo a reportagem, a ofensiva baseia-se, em parte, nas operações realizadas em bairros de São Paulo (Elisa Maria, na zona norte, e Paraisópolis, na zona sul, por exemplo) onde com o nome de Virada Social, juntaram-se as mais diversas secretarias estaduais e municipais, oferecendo desde luz, novas praças, escolas e centros de saúde até cursos técnicos ou horário escolar em tempo integral. No caso do bairro Elisa Maria, a taxa de homicídio caiu rapidamente.
A parte mais vulnerável do projeto, porém, é o tratamento psiquiátrico, sem o qual é praticamente impossível deixar a dependência de drogas
Leia outras notícias da editoria de Cotidiano
- Fretado pode ser multado uma vez por hora em São Paulo
- Frente fria provoca chuvas no Sul do país nesta quarta-feira
- Bombeiros retomam buscas a vítimas de naufrágio no Amazonas
Especial
- Veja o que existe em nossos arquivos sobre a nova Luz
- Leia o que existe em arquivo sobre a cracolândia
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Tinha que pegar estas pessoas e coloca-las numa (cidade) isolada dar comida e drogas a vontade, quem sabe nós teríamos um pouco de sossego.
É utópico, mas não vejo outra saída.
avalie fechar
já o marginal, ele adquire armas com facilidade, não cumpre as leis.
um povo desarmado é um povo rendido...
avalie fechar
avalie fechar