Polícia mantém ocupação em favelas no Rio; alunos voltam às escolas na região
da Folha Online
A PM (Polícia Militar) informou na manhã desta terça-feira que o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e vários batalhões da corporação continuam a realizar operações nos morros dos Macacos, São João, dos Prazeres e nas favelas Nova Holanda e Parque União, na zona norte do Rio, após os confrontos que mataram 22 pessoas desde sábado (17).
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Ainda de acordo com a PM, o movimento é tranquilo na manhã desta terça, apesar disso não há previsão para a saída dos policiais. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, as escolas da região voltaram a receber alunos hoje, mas o movimento de estudantes ainda é baixo. Ontem, cerca de 5.260 estudantes não compareceram às salas de aula.
| Felipe Dana/AP |
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| PM mantém ocupação em favelas do Rio após confrontos que mataram 22 pessoas |
Também na segunda-feira, um suspeito foi preso durante as operações por suspeita de ter participado dos confrontos do último fim de semana. Até esta terça-feira foram contabilizados 22 mortos em decorrência dos confrontos. Entre as vítimas estão três policiais militares, três moradores e 16 suspeitos.
Um dos principais procurados é o traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, 33, que atua no Complexo de favelas do Alemão (zona norte). O Disque-Denúncia chegou a oferecer R$ 2.000 para quem passasse informações sobre o paradeiro dele. Segundo a PM, ele chefia o tráfico de drogas da favela Vila Cruzeiro, localizada na zona norte do Rio.
A polícia procura ainda Alexander Mendes da Silva, o Polegar, que pode estar envolvido com a invasão. Ele fugiu recentemente da prisão, ao conseguir progressão do regime fechado para o aberto.
A PM informou que foram apreendidas nos morros grande quantidade de cocaína, maconha e crack; duas carabinas calibre 12; um rifle ponto 30 antiaéreo; um fuzil 762 Madsen; uma submetralhadora URU; munições de diversos calibre, seis carregadores de rádios; uma espada; dois coletes à prova de balas, um cinto de guarnição; sete uniformes clonados do Bope.
As operações nas favelas de Manguinhos, Mandela e Jacarezinho, na zona norte do Rio, foram encerradas no início da noite de ontem.
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Quer situação , financeiramente, melhor que esta? E tem mais eles aceita os traficante s numa boa.Alguém viu umfilme chamado "Sujos , Feios e Malvados" Vejam. MOstra uma outra perspectiva da natureza humana e da exclusão social. Não são santinhos não. Ah e aind atrabakham sem carteria assinada para descolar uma bolsa qualquer
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Passaram apenas 131 anos e o que temos hoje?
1.006 favelas.Tudo é reflexo.
Alguém já ouviu falar de algum programa para ser realizado em longo prazo para as favelas do Rio de Janeiro?
Acreditam que promessas pitorescas apresentadas em campanhas eleitorais que em 4 anos de um mandato tudo estará tranquilo, tranquilo.
Enquanto isso toneladas de drogas e armas sobem o morro, pois existe um mercado a ser conquistado em cada morro, esquina ou avenida, pois o negócio é lucrativo: 1 grama de cocaína custa 10 reais, agora imagine apenas um ponto de drogas em cada uma das 1.006 favelas vendendo toneladas por mês.
Quem tem mais força controla. Antes era apenas um traficante, depois facções criminosas e, agora, milicianos, ex-policiais que acreditam neste mercado. Será que no futuro o Exército Nacional dominará este mercado? Se bem que muitas armas encontradas no morro são de uso exclusivo do Exército Nacional, quando não são de outros países. E nossas fronteiras, como a Marinha, a Força Aérea e o próprio Exército permitem a entrada de drogas e armas?
Agora tenho a certeza: "ta tudo dominado"!
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