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Cotidiano
27/10/2009 - 21h19

Justiça de SP condena acusado de matar agente penitenciário em ataques do PCC

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da Folha Online

O Tribunal do Júri de São José do Rio Preto (a 438 km de São Paulo) condenou mais um acusado de envolvimento com a morte do agente penitenciário Juvenal Della Coleta, morto a tiros durante os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado, em maio de 2006.

Francisco de Assis Chaves Cicarelli dos Santos foi condenado a 28 anos e sete meses de prisão, em regime inicial fechado. Além dele, a Justiça já havia condenado a 27 anos e dois meses de prisão Mateus Andrade dos Santos, julgado em dezembro do ano passado.

De acordo com o Ministério Público Estadual, Della Coleta foi morto por tiros de pistola e revólver no Instituto Penal Agrícola de São José do Rio Preto --onde trabalhava--, em 13 de maio de 2006. Francisco e Mateus foram apontados como os autores dos disparos.

Os réus foram condenados por homicídio duplamente qualificado e pelo roubo do carro usado para realizar o ataque. Segundo a denúncia, ambos eram integrantes da facção criminosa PCC.

Na última sexta-feira (23), dois jovens foram condenados pelo assassinato do guarda civil metropolitano Carlos Mitsuro Horikawa, 38, morto em maio de 2006 em Bertioga (litoral paulista). O crime também teve ligação com a onda de ataques do PCC em São Paulo.

Douglas dos Santos Repizzo e Fabrício Leopoldina Hammoud, ambos de 22 anos, foram condenados a mais de 17 anos de prisão pelo crime, em regime inicial fechado.

Ataques

No dia 12 de maio daquele ano, membros da facção criminosa PCC iniciaram uma onda de ataques contra as forças policiais em São Paulo. Os ataques espalharam pânico entre a população e no dia 15 a cidade de São Paulo parou por causa do medo.

No período dos ataques do PCC --ocorridos entre 12 e 20 de maio de 2006--, O Estado registrou 493 mortes causadas por armas de fogo tanto de civis como de policiais.

Comentários dos leitores
Joel Saraiva (119) 28/10/2009 00h38
Joel Saraiva (119) 28/10/2009 00h38
A Justiça tarda, mas não falha. Os ataques desse famigerado PCC, tem sido uma pedra no calcanhar da Secretária de Segurança Pública. Agora, com os serviços de inteligências aprimorados, e trabalhando a todo vapor, consegue-se com maior intensidade, informações sôbre possíveis tentativas de ataques, e com isso, rebater à altura, com medidas drásticas. O crime está ciente disso. A Polícia atuante do Estado de São Paulo, não dorme, está vigilante. Joel Carlos de Almeida Saraiva, Investigador de Polícia, dos Altos do Jaraguá, São Paulo. sem opinião
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T. Morimoto (397) 17/02/2008 01h18
T. Morimoto (397) 17/02/2008 01h18
Perdoem-me todos, vai ofender muitos, mas vou escrever. O combate à bandidagem, seria muito fácil na saudosa época dos militares. Alguns "urutús", cemitério de Perús, etc., resolveriam, sem despesas com "Faculdades do Crime" (prisões). Haviam algumas injustiças contra inocentes (seriam inocentes mesmo?), raras e suportáveis, e podiamos trabalhar e progredir, sem medo de ir e vir, e crescendo até a 11% a.a. Hoje, após a malfadada diretas já e "fora milicos", parece existir injustiça apenas contra os humanos direitos vitimados diariamente, em avassaladores números insuportáveis. Não vejo uma "luz no fim do túnel", contra esse poder maior que o do Governo (o poder dos bandidos, vitimando o povo que nada pode receber pelas violências sofridas). Governo desse tipo, não serve pra Brasil. Não conheço nenhuma família que não sofreu alguma violência de bandidos, que qdo. "executados", recebem todo o apoio da mídia e dos "direitos humanos dos bandidos", enquanto os policiais, recebem punições (além de mal pagos). 29 opiniões
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André Machado Pereira (2) 16/02/2008 21h12
André Machado Pereira (2) 16/02/2008 21h12
SAO PAULO / SP
Tudo Balela...Os ataques de 2006 tiveram um só motivo em São Paulo , Desestruturar a Candidatura Geraldo Alckmin para presidência , Como não existe ainda outra disputa Política em andamento , Duvido muito que teremos outros Ataques , De resto...como diria meu Pai , é tudo Lero lero e Bang Bang... 19 opiniões
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