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Cotidiano
12/11/2009 - 14h36

Cerca de 400 mil permanecem sem água em SP e no Rio após apagão

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da Folha Online

Após o blecaute ocorrido entre a noite de terça e a madrugada de quarta-feira (10), cerca de 200 mil pessoas permanecem sem água na região metropolitana de São Paulo e outras 200 mil no Rio.

Leia a cobertura completa sobre o blecaute
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Apu Gomes/Folha Imagem
Moradores da zona sul de São Paulo buscam água após apagão; blecaute ainda afeta abastecimento em regiões do Rio e de SP
Moradores da zona sul de São Paulo buscam água após apagão; blecaute ainda afeta abastecimento em regiões do Rio e de SP

A recomendação da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio) é para que os moradores economizem água e, com isso, permita regularização mais rápida do abastecimento.

Na Grande São Paulo, a falta de água ainda afetava as regiões norte --nos bairros de Pirituba, Chácara Inglesa e Jardim Jaguará-- e sul --nos bairros de Jardim São Luiz e Jardim Capela--, além de parte dos bairros da Lapa e de Perdizes, na zona oeste da cidade. A previsão é que o abastecimento seja normalizado ainda nesta quinta.

No Rio, o Ceade informou que 98% do abastecimento já foi normalizado. Cerca de 200 mil pessoas permanecem sem água na região metropolitana, e o fornecimento deve ser totalmente normalizado na manhã desta sexta (13).

Ainda de acordo com a companhia, problemas como o entupimento da tubulação por pequenos detritos --o que é comum quando há falta de abastecimento de grande porte-- podem dificultar a chegada da água em algumas regiões da cidade.

Após o blecaute, áreas do Espírito Santo também ficaram sem água, principalmente na Grande Vitória. O abastecimento foi regularizado ontem.

Abastecimento

De acordo com a Sabesp, o abastecimento de água segue um processo distinto em relação ao da energia elétrica, em que a solução do problema que provoca o blecaute faz a energia voltar imediatamente às casas dos consumidores.

No caso do abastecimento de água, a normalização do sistema não ocorre de forma imediata. Primeiro é necessário encher as tubulações e os reservatórios de água tratada. Além disso, a água tem que percorrer toda a extensão das tubulações até atingir cada um dos pontos de abastecimento.

Nos pontos mais altos a demora é ainda maior, já que o volume de água enche, preferencialmente, os pontos baixos. Somente depois, chega aos mais altos e distantes.

Comentários dos leitores
Ricardo Costa (322) 20/11/2009 17h08
Ricardo Costa (322) 20/11/2009 17h08
Esclarecida a culpa do apagão.
De novo, recai sobre o estagiário.
No primeiro dia de trabalho, disseram para o estagiário de Itaipu:
"- Quando sair, apaga tudo".
Foi isso que aconteceu.
sem opinião
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Sergio Lavinas (199) 19/11/2009 19h51
Sergio Lavinas (199) 19/11/2009 19h51
"Diretor de Itaipu avalia como quase impossível risco de novo blecaute"
O nome da sumidade que declarou isso é Jorge Samek.
Além de ser um adivinho, Samek é apadrinhado do Lula e, de quebra, engenheiro agrônomo.
Isso mesmo, o singular adivinho não tem formação em Engenharia Elétrica.
Como eu não acredito no Engº Agrônomo, já estou me municiando de:
a) Velas e lampiões a querosene ou a gás,
c) Não me esqueci das caixas de fósforos, os isqueiros não são próprios para acender os lampiões.
d) Troquei também as geladeiras elétricas para aquelas com compressor a querosene.
e) Para o banho, cada um da família que faça o melhor que puder.
f) Para lavar roupa, usaremos o "braço".
g) Para passar roupa, já adquiri o ferro de passar a carvão.
Para usufruir de todas as demais facilidades elétricas da vida moderna, computador, rádio e etc., de tempos em tempos viajarei para fora do Brasil.
Quem quiser, que me copie.
GOMMT
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alexandre bakunin (105) 19/11/2009 15h40
alexandre bakunin (105) 19/11/2009 15h40
Renato Vieira (9) 18/11/2009 21h28
Renato, o que precisamos $aber é quanto o Cacique
Cobra Coral cobra para uma consultoria deste naipe.
Depois de telefonar pro Eike, digo Ueke, digo Ike, soube que qualquer 7 mijones de reales estaria razoável para uma consultoria de tamanha envergadura. Se já está na conta da ONG? Calma, sô.
Agora, se a consultoria incluir também uma mandinga, o jabá ficará mais caro.
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