Dilma admite que Brasil não está livre de blecautes, mas nega racionamento
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
SOFIA FERNANDES
colaboração para a Folha Online, em Brasília
Atualizado às 19h16.
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) admitiu nesta quinta-feira que o Brasil não está livre de sofrer novos blecautes, como o que deixou 18 Estados às escuras nesta terça (10). "Nós não estamos livres de blecaute", afirmou. "O que nós prometemos é que não terá neste país mais racionamento", completou a ex-ministra de Minas e Energia.
Leia a cobertura completa sobre o blecaute
Veja fotos do apagão que atingiu grande parte do país
Dilma fala pela 1ª vez sobre apagão e diz que caso está "encerrado"
Hoje, Dilma falou pela primeira vez sobre o blecaute e, assim como o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), também afirmou que o apagão é um "caso encerrado" para o governo.
"Nós trabalhamos com sistema de transmissão de milhares de quilômetros de rede, e interrupções desse sistema ninguém promete que não vai ter. Nós prometemos que não terá racionamento, porque racionamento é barbeiragem", afirmou Dilma, que ainda negou que o país tenha sofrido um apagão. "Não teve [apagão]. Uma coisa é blecaute [outra é apagão]".
A ministra repetiu o que foi dito pelo ministro Lobão um dia antes, que atribuiu o blecaute nacional a problemas climáticos.
"O que aconteceu é que o sistema foi submetido a uma situação muito grave de ventos, raios e chuvas. E com isso terminou tendo sido desligado. O sistema se protegeu, ele se desligou", afirmou Dilma, em evento em Brasília.
Dilma foi criticada pela oposição por não ter se pronunciado antes. Ex-ministra de Minas e Energia, ela ocupou a pasta de 2003 a junho de 2005. Ela negou, porém, que o sistema de abastecimento energético brasileiro seja vulnerável.
"Lamento muito o que aconteceu com os consumidores, acho que de fato é muito desagradável, agora fazer deliberadamente confusão onde não tem é tentar apresentar o país com uma fragilidade que não existe. Esse país hoje tem mais energia do que teve em qualquer momento anterior. Isso é muito sério"
Segundo a ministra chefe da Casa Civil, caso sejam apontados responsáveis pela falha, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) tem obrigação de puni-los. "A Aneel vai punir. Se ela descobrir responsabilidades é obrigação dela punir", afirmou.
| Danilo Verpa/Folha Imagem | ||
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| Praça da Sé, em São Paulo, fica às escuras durante apagão que atingiu 18 Estados |



De novo, recai sobre o estagiário.
No primeiro dia de trabalho, disseram para o estagiário de Itaipu:
"- Quando sair, apaga tudo".
Foi isso que aconteceu.
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O nome da sumidade que declarou isso é Jorge Samek.
Além de ser um adivinho, Samek é apadrinhado do Lula e, de quebra, engenheiro agrônomo.
Isso mesmo, o singular adivinho não tem formação em Engenharia Elétrica.
Como eu não acredito no Engº Agrônomo, já estou me municiando de:
a) Velas e lampiões a querosene ou a gás,
c) Não me esqueci das caixas de fósforos, os isqueiros não são próprios para acender os lampiões.
d) Troquei também as geladeiras elétricas para aquelas com compressor a querosene.
e) Para o banho, cada um da família que faça o melhor que puder.
f) Para lavar roupa, usaremos o "braço".
g) Para passar roupa, já adquiri o ferro de passar a carvão.
Para usufruir de todas as demais facilidades elétricas da vida moderna, computador, rádio e etc., de tempos em tempos viajarei para fora do Brasil.
Quem quiser, que me copie.
GOMMT
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Renato, o que precisamos $aber é quanto o Cacique
Cobra Coral cobra para uma consultoria deste naipe.
Depois de telefonar pro Eike, digo Ueke, digo Ike, soube que qualquer 7 mijones de reales estaria razoável para uma consultoria de tamanha envergadura. Se já está na conta da ONG? Calma, sô.
Agora, se a consultoria incluir também uma mandinga, o jabá ficará mais caro.
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