Relatório citou "intensa movimentação de terra" em obra do Rodoanel
da Folha de S.Paulo
No trecho da obra do Rodoanel onde houve a queda de vigas na noite de ontem (13), já foi constatada "intensa movimentação de terra" e "intensa precipitação pluviométrica" neste ano.
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Queda de vigas atinge carros, fere 3 e interdita Régis
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Vigas que caíram haviam sido instaladas nesta semana
A informação foi levantada pelo grupo de acompanhamento e fiscalização do empreendimento ligado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente.
Ela consta do último relatório de vistoria ambiental disponibilizado pela pasta especificamente do lote 5 do trecho sul.
As constatações se referem a uma fiscalização realizada ainda no primeiro semestre. Mas, nos últimos dois meses, a própria Dersa (estatal paulista responsável pelo empreendimento), questionada pela Folha sobre impactos ambientais, também citava entre as justificativas a intensidade de chuva.
Esse tipo de situação (temporal em excesso e movimentação de terra) frequentemente é citado por construtoras como fatores no mínimo contribuintes para acidentes em obras.
O exemplo mais emblemático ocorreu na abertura da cratera na estação Pinheiros da Linha 4-Amarela do metrô paulista, em janeiro de 2007.
Mas especialistas costumam citar que ocorrências desse tipo ligadas à natureza dificilmente são suficientes para justificar, sozinhas, acidentes de engenharia. Geralmente há vários fatores contribuintes.
O relatório de vistoria ambiental realizado no final de março também registrou em alguns pontos um "desempenho insatisfatório ou inexistente' de dispositivos de retenção de sedimentos. Na proximidade da intersecção com a rodovia Régis Bittencourt, local do acidente de ontem, a fiscalização cita a 'evidência de carreamento de sedimentos".
Exigências ambientais
O foco desse tipo de questionamento do grupo de acompanhamento do trecho sul do Rodoanel é ambiental --para verificar se as exigências ambientais condicionantes do licenciamento da obra estão sendo atendidas.
Por exemplo, devido ao risco de as regiões lindeiras serem afetadas por um escoamento de água ou mesmo por um deslizamento de terra.
Por outro lado, esse tipo de ocorrência pode favorecer algum rompimento em estruturas --embora, não houve nenhum detalhamento do acidente suficiente para apontar se esses fatores podem ou não ter contribuído.
O grupo de acompanhamento ambiental do Rodoanel tem a participação de técnicos do Daia (Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental), do DEPRN (Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais) e do DUSM (Departamento de Uso do Solo Metropolitano).
| Fernando Donasci/Folha Imagem | ||
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- É inacreditável as Vigas (85 ton) terem caido após a ação de um Tornado Brasileiro !
- Também, devido as vibrações de um Terremoto Paulista !
- Falaram, também, pela falta das escoras de madeira 45 graus, mão francesa !
- Também, que se tivesse a 5a. viga nada teria acontecido ???
- Também, provável defeito no aparelho de apoio neoprene !
- Que a viga teria tombado lateralmente (vento e vibração),
- Que a sobre-elevação da Pista de 3% facilitou o tombamento lateral.
- Chamem o Encarregado Geral de Obras, aquele antigão, acostumado com o Serviço, que Ele dará o Laudo Pericial mais correto.
- Com certeza foi Erro Grosseiro,
- Vejamos, 42,5 ton em cada apoio não é qualquer vento, tempestade, furacão, terremoto capaz de tirar do lugar ou derrubar.
(Estamos apenas curiosos para saber o que aconteceu, nada mais !!! )
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