Ministro defende sistema elétrico e diz que apagão poderia ter sido pior
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) disse nesta segunda-feira que o apagão ocorrido na semana passada poderia ter sido muito pior. Ele fez nova defesa do sistema elétrico nacional e ressaltou que o mecanismo de autoproteção que desligou automaticamente algumas linhas e as turbinas de Itaipu evitou "um desastre".
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"Nosso sistema é o que há de melhor no mundo. É tão bom que nos livrou de uma situação ainda pior ao desligar automaticamente algumas linhas como forma de autoproteção. Poderíamos ter tido dias e dias de apagão", disse ao participar da abertura do Seminário Brazil Global Energy, no Rio.
Lobão anunciou que será criada esta semana uma comissão para estudar melhorias no sistema elétrico brasileiro. Serão convidados membros do governo, de órgãos e empresas ligadas ao setor, além de especialistas que, segundo o ministro, "ficam apresentando soluções pelos jornais".
Ele admitiu que o governo pode reavaliar sua política para o setor, que hoje privilegia a busca por menores tarifas. Para Lobão, não se deve arriscar a segurança do sistema em troca de preços reduzidos.
"Esse episódio ruim estará servindo para se fazer uma reavaliação de tudo isso [políticas do setor]. Se esses técnicos reunidos neste grupo chegarem à conclusão que se deve ter outro tipo de política, vamos discuti-la com a sociedade", afirmou.
O presidente de Furnas Centrais Elétricas, Carlos Nadalutti, indicou que a construção de linhas alternativas ligadas a Itaipu encareceriam os custos da energia elétrica no Brasil. Segundo ele, deve-se avaliar o que seria razoável em termos de segurança e preços.
"Vale a pena tentar outro caminho? É uma coisa que tem de ser estudada", comentou o executivo. Nadalutti comparou o apagão a um acidente de avião. De acordo com ele, ambos apresentam várias causas, que necessariamente não se repetem. Ele acrescentou que não havia operação humana no momento do blecaute.
São Paulo
O governo vai discutir também a transferência de parte da operação do sistema para São Paulo, conforme reivindicação do governador do Estado, José Serra (PSDB). Atualmente, o ONS (Operador Nacional do Sistema) fica concentrado no Rio de Janeiro. Lobão frisou que poderia ser criada uma agência ou um braço do ONS em composição com o governo paulista.
O ministro, no entanto, lembrou que em blecautes anteriores a operação ficava concentrada em São Paulo. "O governo paulista alega que o monitoramento era feito lá e foi transferido para o Rio de Janeiro. Mas no passado não foi possível impedir o blecaute de 1999 e nem o de 2002 quando o controle estava sendo feito por lá", disse.
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De novo, recai sobre o estagiário.
No primeiro dia de trabalho, disseram para o estagiário de Itaipu:
"- Quando sair, apaga tudo".
Foi isso que aconteceu.
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O nome da sumidade que declarou isso é Jorge Samek.
Além de ser um adivinho, Samek é apadrinhado do Lula e, de quebra, engenheiro agrônomo.
Isso mesmo, o singular adivinho não tem formação em Engenharia Elétrica.
Como eu não acredito no Engº Agrônomo, já estou me municiando de:
a) Velas e lampiões a querosene ou a gás,
c) Não me esqueci das caixas de fósforos, os isqueiros não são próprios para acender os lampiões.
d) Troquei também as geladeiras elétricas para aquelas com compressor a querosene.
e) Para o banho, cada um da família que faça o melhor que puder.
f) Para lavar roupa, usaremos o "braço".
g) Para passar roupa, já adquiri o ferro de passar a carvão.
Para usufruir de todas as demais facilidades elétricas da vida moderna, computador, rádio e etc., de tempos em tempos viajarei para fora do Brasil.
Quem quiser, que me copie.
GOMMT
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Renato, o que precisamos $aber é quanto o Cacique
Cobra Coral cobra para uma consultoria deste naipe.
Depois de telefonar pro Eike, digo Ueke, digo Ike, soube que qualquer 7 mijones de reales estaria razoável para uma consultoria de tamanha envergadura. Se já está na conta da ONG? Calma, sô.
Agora, se a consultoria incluir também uma mandinga, o jabá ficará mais caro.
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