01/04/2004
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21h46
O pouso forçado de um monomotor Cessna na avenida João Paulo 1º, na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, pegou de surpresa não apenas o piloto Glédson Guimarães Teixeira, 24, e o aluno Felipe Matos Canto, 17, mas também a mãe do garoto, que pensou tratar-se de uma brincadeira.
Canto e o piloto haviam saído do Campo de Marte rumo a Jundiaí (a 60 km de São Paulo), onde o adolescente tomou aulas, sobrevoando a cidade. O pouso forçado aconteceu na volta, quando eles se preparavam para aterrissar no aeroporto.
Depois do susto, o próprio adolescente ligou para sua mãe, a orientadora educacional Regina Helena de Matos Canto, para avisar o que havia ocorrido. "O Felipe me ligou e disse que o avião havia caído, mas que ele estava bem. Eu pensei que fosse uma brincadeira de 1º de abril [dia da mentira]. Só acreditei depois que ele explicou direito o que aconteceu", disse.
Apesar do susto, Regina disse que não vai impedir Canto de continuar as aulas. "Nunca interferi nas escolhas dele", afirmou.
O garoto fazia sua segunda aula de vôo. Cada aula custa pouco mais de R$ 300, segundo o empresário José Luís Matos, dono da ABC Fly, empresa à qual pertence a aeronave.
Atentado
O barulho do choque da aeronave contra o portão de uma empresa assustou a dona da casa vizinha, Maria Odete, 62.
De acordo com a inquilina dela, Sandra da Costa Araújo, 20, a dona da casa achou que se tratava de um atentado terrorista. "Ela saiu correndo para dentro de casa assustada dizendo que um avião tinha caído. A princípio nós não acreditamos", disse.
Passado o susto, Maria Odete socorreu o piloto e o aluno. "Eles saíram do avião meio tontos. Ela deu água para os dois. Depois chamaram os bombeiros e tudo mais", afirmou Sandra.
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Mãe de rapaz que pilotava avião achou que pouso forçado era piada
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da Folha OnlineO pouso forçado de um monomotor Cessna na avenida João Paulo 1º, na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, pegou de surpresa não apenas o piloto Glédson Guimarães Teixeira, 24, e o aluno Felipe Matos Canto, 17, mas também a mãe do garoto, que pensou tratar-se de uma brincadeira.
Canto e o piloto haviam saído do Campo de Marte rumo a Jundiaí (a 60 km de São Paulo), onde o adolescente tomou aulas, sobrevoando a cidade. O pouso forçado aconteceu na volta, quando eles se preparavam para aterrissar no aeroporto.
Depois do susto, o próprio adolescente ligou para sua mãe, a orientadora educacional Regina Helena de Matos Canto, para avisar o que havia ocorrido. "O Felipe me ligou e disse que o avião havia caído, mas que ele estava bem. Eu pensei que fosse uma brincadeira de 1º de abril [dia da mentira]. Só acreditei depois que ele explicou direito o que aconteceu", disse.
Apesar do susto, Regina disse que não vai impedir Canto de continuar as aulas. "Nunca interferi nas escolhas dele", afirmou.
O garoto fazia sua segunda aula de vôo. Cada aula custa pouco mais de R$ 300, segundo o empresário José Luís Matos, dono da ABC Fly, empresa à qual pertence a aeronave.
Atentado
O barulho do choque da aeronave contra o portão de uma empresa assustou a dona da casa vizinha, Maria Odete, 62.
De acordo com a inquilina dela, Sandra da Costa Araújo, 20, a dona da casa achou que se tratava de um atentado terrorista. "Ela saiu correndo para dentro de casa assustada dizendo que um avião tinha caído. A princípio nós não acreditamos", disse.
Passado o susto, Maria Odete socorreu o piloto e o aluno. "Eles saíram do avião meio tontos. Ela deu água para os dois. Depois chamaram os bombeiros e tudo mais", afirmou Sandra.
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