13/04/2004
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12h32
Um dos dados mais significativos da pesquisa Síntese dos Indicadores Sociais, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, é a redução da mortalidade infantil no Brasil em uma década.
O país teve uma redução de 35% neste índice. Em 1992, eram registrados 42,6 óbitos de menores de um ano por mil nascidos vivos, número que, em 2002, caiu para 27,8 por mil nascidos vivos.
A região Nordeste é a que teve a redução mais significativa: 37%. Ceará e Piauí tiveram quedas superiores a 40%. Alagoas, embora tenha apresentado redução de 37%, ainda tem o maior índice do país: 57,7 mortos para cada mil nascidos vivos.
No Rio Grande do Sul, Estado com os melhores números, este índice é de 15,4 mortos por mil nascidos vivos, uma diferença de 274%. Embora seja bastante grande, ela já foi maior: em 1992, chegava a 315%.
Educação
O IBGE chama a atenção para a importância da educação da mãe quando se fala de mortalidade infantil. O estudo mostra que filhos de mulheres com até três anos de estudo têm 2,5 vezes mais risco de morrer antes dos cinco anos do que os de mulheres com oito anos ou mais de estudo.
No país todo, a taxa de mortalidade foi de 49,3 mortos para cada mil nascidos vivos para crianças cujas mães tinham até três anos de estudo. No grupo em que as mães tinham oito anos ou mais de estudo, a taxa foi de 20, uma diferença de 147%.
No Nordeste, a taxa entre mães de baixa instrução foi a maior: 70 mortos por mil nascidos vivos.
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da Folha OnlineUm dos dados mais significativos da pesquisa Síntese dos Indicadores Sociais, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, é a redução da mortalidade infantil no Brasil em uma década.
O país teve uma redução de 35% neste índice. Em 1992, eram registrados 42,6 óbitos de menores de um ano por mil nascidos vivos, número que, em 2002, caiu para 27,8 por mil nascidos vivos.
A região Nordeste é a que teve a redução mais significativa: 37%. Ceará e Piauí tiveram quedas superiores a 40%. Alagoas, embora tenha apresentado redução de 37%, ainda tem o maior índice do país: 57,7 mortos para cada mil nascidos vivos.
No Rio Grande do Sul, Estado com os melhores números, este índice é de 15,4 mortos por mil nascidos vivos, uma diferença de 274%. Embora seja bastante grande, ela já foi maior: em 1992, chegava a 315%.
Educação
O IBGE chama a atenção para a importância da educação da mãe quando se fala de mortalidade infantil. O estudo mostra que filhos de mulheres com até três anos de estudo têm 2,5 vezes mais risco de morrer antes dos cinco anos do que os de mulheres com oito anos ou mais de estudo.
No país todo, a taxa de mortalidade foi de 49,3 mortos para cada mil nascidos vivos para crianças cujas mães tinham até três anos de estudo. No grupo em que as mães tinham oito anos ou mais de estudo, a taxa foi de 20, uma diferença de 147%.
No Nordeste, a taxa entre mães de baixa instrução foi a maior: 70 mortos por mil nascidos vivos.
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