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05/09/2000 - 19h52

Rebelião em penitenciária em Andradina termina após 18h

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EDMILSON ZANETTI
da Agência Folha, em São José do Rio Preto

Terminou hoje de manhã, depois de 18 horas de tensão, uma rebelião que envolveu cerca de 250 dos quase 800 presos da Penitenciária de Andradina, no interior de São Paulo.

Dois agentes penitenciários foram mantidos como reféns, sob ameaças de estiletes. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado, eles foram liberados ainda no final da noite de ontem, sem ferimentos.

A situação só foi controlada pela manhã, depois de horas de negociação com a direção do presídio. Algumas celas do pavilhão 4 foram destruídas.

Durante a madrugada, um grupo de cerca de 60 presos tomou a parte superior da caixa d'água. Parentes do lado de fora disseram ter ouvido tiros. A PM cercou o local, mas não precisou invadir.

Os rebelados, a maioria da capital, reivindicavam que o governo pagasse passagens para familiares fazerem visitas, uso de telefone celular, celas abertas à noite, futebol em finais de semana e transferências de condenados.

A direção da penitenciária só prometeu que vai revisar a situação penal de alguns, para eventuais transferências.

Esta foi a segunda rebelião da Penitenciária de Andradina (680 km a noroeste de SP) este ano, uma das 21 unidades construídas pelo governo de Mário Covas (PSDB).

Em março, quatro agentes penitenciários foram mantidos como reféns, depois de uma tentativa de fuga. A capacidade do estabelecimento, inaugurado em dezembro de 1998, é para 297 presos. Hoje, abrigava 798.

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