06/09/2000
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18h34
da Folha de S.Paulo
A juíza Eduarda Maria Romeiro Corrêa, da 1ª Vara Criminal de Ibiúna, já recebeu as manifestações da promotora criminal Lúcia Nunes Bromerchenkel Cunha e dos advogados de acusação Márcio Thomaz Bastos e Luiz Flávio Gomes contra o pedido da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves para que ele saia da prisão e volte para a clínica psiquiátrica em que estava internado até domingo (3).
A juíza ainda não informou se divulgará sua decisão sobre o pedido hoje.
Pimenta Neves assassinou a ex-namorada Sandra Gomide, no dia 20, em Ibiúna, cidade a 70 km de São Paulo. Ele está cumprindo prisão preventiva no 77º Distrito Policial, no centro de São Paulo. No dia 22, tentou o suicídio, e foi internado no Hospital Albert Einsten. No dia 25, o jornalista foi transferido para a clínica, na região sudoeste da cidade, com autorização da Justiça para ficar no local por dez dias, prazo que expirou nesta segunda-feira (5).
A promotora e os advogados de acusação argumentam que um laudo feito por psiquiatras do Imesc (Instituto de Medicina Social e Criminológica) diz que não há necessidade de o jornalista permanecer na clínica.
A defesa, no entanto, apresenta laudo do psiquiatra de Pimenta Neves, Marcos Pacheco Ferraz, que aponta que o jornalista ainda corre o risco de tentar o suicídio. Eles argumentam ainda que Pimenta Neves foi transferido para a prisão sem receber alta da clínica.
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Juíza recebe manifestações contra volta de Pimenta para clínica
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GILMAR PENTEADOda Folha de S.Paulo
A juíza Eduarda Maria Romeiro Corrêa, da 1ª Vara Criminal de Ibiúna, já recebeu as manifestações da promotora criminal Lúcia Nunes Bromerchenkel Cunha e dos advogados de acusação Márcio Thomaz Bastos e Luiz Flávio Gomes contra o pedido da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves para que ele saia da prisão e volte para a clínica psiquiátrica em que estava internado até domingo (3).
A juíza ainda não informou se divulgará sua decisão sobre o pedido hoje.
Pimenta Neves assassinou a ex-namorada Sandra Gomide, no dia 20, em Ibiúna, cidade a 70 km de São Paulo. Ele está cumprindo prisão preventiva no 77º Distrito Policial, no centro de São Paulo. No dia 22, tentou o suicídio, e foi internado no Hospital Albert Einsten. No dia 25, o jornalista foi transferido para a clínica, na região sudoeste da cidade, com autorização da Justiça para ficar no local por dez dias, prazo que expirou nesta segunda-feira (5).
A promotora e os advogados de acusação argumentam que um laudo feito por psiquiatras do Imesc (Instituto de Medicina Social e Criminológica) diz que não há necessidade de o jornalista permanecer na clínica.
A defesa, no entanto, apresenta laudo do psiquiatra de Pimenta Neves, Marcos Pacheco Ferraz, que aponta que o jornalista ainda corre o risco de tentar o suicídio. Eles argumentam ainda que Pimenta Neves foi transferido para a prisão sem receber alta da clínica.
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