05/06/2004
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06h14
Os ambientalistas estimam que cada pessoa, ao longo da vida, é responsável pela derrubada de 308 árvores, devido a seus hábitos de consumo. Para tentar compensar a natureza por isso, será possível, a partir de terça-feira, patrocinar o reflorestamento de trechos degradados de mata atlântica e ajudar a proteger áreas de produção de água em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais.
Tudo isso a R$ 10 por muda.
Com o programa Florestas do Futuro, a Fundação SOS Mata Atlântica quer, até o fim de 2005, plantar 4 milhões de árvores nativas nas margens de rios de cinco bacias hidrográficas no Sul e Sudeste, reflorestando cerca de 23,5 km2, quase 15 parques Ibirapuera.
Empresas e pessoas físicas ajudam a bancar essa tarefa. Os empresários têm a opção de pagar por lotes de 15 mil ou 30 mil árvores. A entrada no projeto implica um contrato com a SOS que inclui palestras para funcionários, créditos no site da ONG, um selo, a identificação do "padrinho" nas áreas plantadas, entre outros.
Já o cidadão comum pode ir ao www.florestasdofuturo.org.br --que entra no ar na terça-feira--, preencher um questionário que dirá, a partir do seu estilo de vida, qual o seu débito com o ambiente e pagar por pelo menos três árvores, cujo plantio e desenvolvimento será auditado pela Price Waterhouse e poderá ser acompanhado via internet.
Elas serão plantadas em áreas particulares do atlas de remanescentes de mata atlântica. Dos 7% que restaram dela, 80% estão em terrenos privados, cujos donos, via de regra, não respeitam a lei de preservar as árvores que ficam de 30 a 100 m dos cursos d'água.
ONG tem plano de "patrocínio" para árvores
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da Folha de S.PauloOs ambientalistas estimam que cada pessoa, ao longo da vida, é responsável pela derrubada de 308 árvores, devido a seus hábitos de consumo. Para tentar compensar a natureza por isso, será possível, a partir de terça-feira, patrocinar o reflorestamento de trechos degradados de mata atlântica e ajudar a proteger áreas de produção de água em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais.
Tudo isso a R$ 10 por muda.
Com o programa Florestas do Futuro, a Fundação SOS Mata Atlântica quer, até o fim de 2005, plantar 4 milhões de árvores nativas nas margens de rios de cinco bacias hidrográficas no Sul e Sudeste, reflorestando cerca de 23,5 km2, quase 15 parques Ibirapuera.
Empresas e pessoas físicas ajudam a bancar essa tarefa. Os empresários têm a opção de pagar por lotes de 15 mil ou 30 mil árvores. A entrada no projeto implica um contrato com a SOS que inclui palestras para funcionários, créditos no site da ONG, um selo, a identificação do "padrinho" nas áreas plantadas, entre outros.
Já o cidadão comum pode ir ao www.florestasdofuturo.org.br --que entra no ar na terça-feira--, preencher um questionário que dirá, a partir do seu estilo de vida, qual o seu débito com o ambiente e pagar por pelo menos três árvores, cujo plantio e desenvolvimento será auditado pela Price Waterhouse e poderá ser acompanhado via internet.
Elas serão plantadas em áreas particulares do atlas de remanescentes de mata atlântica. Dos 7% que restaram dela, 80% estão em terrenos privados, cujos donos, via de regra, não respeitam a lei de preservar as árvores que ficam de 30 a 100 m dos cursos d'água.


