14/06/2004
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20h01
A Polícia Federal, por meio da Delegacia de Controle de Segurança Privada, fechou nesta segunda-feira a empresa Central Centro de Formação e Treinamento de Vigilantes S.C. Ltda., que ministrava ilegalmente curso de vigilantes.
Durante a realização de busca e apreensão, à tarde, os agentes constataram que a empresa utilizava-se de carimbos falsos da PF para emitir certificados de conclusão do curso.
No local foram apreendidos documentos, além de projéteis, cartuchos deflagrados de calibre 38 e de calibre 12 e pólvora.
Os donos da empresa não foram encontrados. Os representantes da empresa responderão pelos crimes de estelionato e falsificação de documento público.
Cerca de 1.900 alunos que fizeram o curso entre os anos de 2003 e 2004 não terão seus certificados reconhecidos, ou autorizados, pela PF.
Morte
A preocupação com o funcionamento de empresas de segurança irregularidades aumentou depois de o estudante Guilherme Mendes de Almeida, 15, ter sido assassinado a tiros no dia 7 de maio na região de Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.
O suspeito do crime é o vigia Carlos Oliveira Souza, 25, funcionário da empresa Itaim Vigilância. O estudante havia reclamado da velocidade na qual o vigilante circulava com o carro pela região.
Por meio de uma notificação administrativa de autuação, o delegado da PF Abmaílson Santos de Oliveira determinou o encerramento das atividades da empresa.
Especial
Arquivo: veja o que já foi publicado sobre empresas de segurança
PF fecha escola de formação de vigilantes que operava ilegalmente
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da Folha OnlineA Polícia Federal, por meio da Delegacia de Controle de Segurança Privada, fechou nesta segunda-feira a empresa Central Centro de Formação e Treinamento de Vigilantes S.C. Ltda., que ministrava ilegalmente curso de vigilantes.
Durante a realização de busca e apreensão, à tarde, os agentes constataram que a empresa utilizava-se de carimbos falsos da PF para emitir certificados de conclusão do curso.
No local foram apreendidos documentos, além de projéteis, cartuchos deflagrados de calibre 38 e de calibre 12 e pólvora.
Os donos da empresa não foram encontrados. Os representantes da empresa responderão pelos crimes de estelionato e falsificação de documento público.
Cerca de 1.900 alunos que fizeram o curso entre os anos de 2003 e 2004 não terão seus certificados reconhecidos, ou autorizados, pela PF.
Morte
A preocupação com o funcionamento de empresas de segurança irregularidades aumentou depois de o estudante Guilherme Mendes de Almeida, 15, ter sido assassinado a tiros no dia 7 de maio na região de Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.
O suspeito do crime é o vigia Carlos Oliveira Souza, 25, funcionário da empresa Itaim Vigilância. O estudante havia reclamado da velocidade na qual o vigilante circulava com o carro pela região.
Por meio de uma notificação administrativa de autuação, o delegado da PF Abmaílson Santos de Oliveira determinou o encerramento das atividades da empresa.
Especial

