23/08/2004
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02h58
O circuito de TV de um condomínio localizado em frente ao lugar em que ocorreu um dos ataques de ontem pode revelar quem são os agressores dos moradores de rua. Apesar de poderem conter informações relevantes sobre esse caso, as fitas com as imagens não foram requisitadas pela Secretaria de Segurança Pública até a noite de ontem, segundo apurou a Folha com funcionários do edifício.
A agressão ocorreu diante da Associação dos Servidores da Câmara Municipal de São Paulo, na rua Japurá, após as 3h, segundo moradores. "Fui dormir nesse horário e, até então, não havia acontecido nada de anormal", disse Roberto Bomtempi, 60, comerciante que mora perto do local do crime. Segundo ele, o homem, ainda não identificado, costumava pedir latas de alumínio e dormir nas ruas da região.
O local exato do ataque não fica dentro da área filmada pelo circuito. Entretanto, as câmeras podem mostrar quem passou pela rua. "Guardamos todas as fitas por 30 dias. Se a perícia pedir, tudo bem", disse a síndica do condomínio, Eleonor Miniaci, 60. Segundo ela, os vigias do prédio disseram não ter visto a agressão, já que trabalham dentro do prédio.
O secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, não quis ontem comentar informações da investigação --nem a quantidade de testemunhas ouvidas. Disse, porém, que a polícia recolheu fitas de câmeras de empresas, lojas e do Metrô.
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da Folha de S.PauloO circuito de TV de um condomínio localizado em frente ao lugar em que ocorreu um dos ataques de ontem pode revelar quem são os agressores dos moradores de rua. Apesar de poderem conter informações relevantes sobre esse caso, as fitas com as imagens não foram requisitadas pela Secretaria de Segurança Pública até a noite de ontem, segundo apurou a Folha com funcionários do edifício.
A agressão ocorreu diante da Associação dos Servidores da Câmara Municipal de São Paulo, na rua Japurá, após as 3h, segundo moradores. "Fui dormir nesse horário e, até então, não havia acontecido nada de anormal", disse Roberto Bomtempi, 60, comerciante que mora perto do local do crime. Segundo ele, o homem, ainda não identificado, costumava pedir latas de alumínio e dormir nas ruas da região.
O local exato do ataque não fica dentro da área filmada pelo circuito. Entretanto, as câmeras podem mostrar quem passou pela rua. "Guardamos todas as fitas por 30 dias. Se a perícia pedir, tudo bem", disse a síndica do condomínio, Eleonor Miniaci, 60. Segundo ela, os vigias do prédio disseram não ter visto a agressão, já que trabalham dentro do prédio.
O secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, não quis ontem comentar informações da investigação --nem a quantidade de testemunhas ouvidas. Disse, porém, que a polícia recolheu fitas de câmeras de empresas, lojas e do Metrô.
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