Desemprego
Apesar de estar em níveis ainda considerados altos, o desemprego tem recuado no país, segundo diversos índices do governo e das indústrias. Ao mesmo tempo tem aumentado a massa de trabalhadores empregados, inclusive com carteira. Por outro lado, a renda não acompanha.Leia Mais
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Especial


-Enquanto qualquer trabalhador da iniciativa privada precisa trabalhar duro, ser criativo, MOSTRAR COMPETENCIA PARA MANTER O EMPREGO, no setor publico é o contrário. A incompetencia É PREMIADA.
-Enquanto no setor privado a aponsentadoria é no maximo cerca de 90% do teto de mais ou 10 minimos, no setor PUBLICO NÃO HÁ LIMITE. O CEU É O LIMITE.
-Enquanto as demissões no setor privado acontecem, no setor publico é o contrário. As demissões por baixa produtividade, improbidade etc, não acontecem. OS CONCURSOS E CONTRATAÇÕES CONTINUAM A TODO VAPOR.
Está chegando o momento em que o SETOR PRIVADO NÃO VAI MAIS CONSEGUIR SUSTENTAR ESTA SITUAÇAO.
Antonio Rodrigues Ferreira - Belo Horizonte
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O mais importante nosso governo ainda não atacou: O lucro dos bancos, com suas taxas de juros altissimas.
O teorico, presidente do banco central com suas abobrinhas superficiais.
Ninguem está no limite do cheque especial ou com um saldo no cartão de credito pagando o mínimo porque quer.
Vai mudar de banco como?
Tá faltando gente no governo com coragem de atacar esses grande problema.
Em todo lugar do mundo os juros caem no no Brasil isso não acontece.
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Quando vejo qualquer reportagem que cita redução de algum tipo de imposto no Brasil automaticamente me remete a sensação do papai noel e tenho que fazer muito sacrifício para acreditar de novo... o acreditar já não existe mais...
Você continua acreditando em papai noel???
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Ah, e quanto aos anos em que as empresas encheram os cofres de dinheiro, quanto que foi repassado para nós réles mortais que somos empregados? Agora, em tempo de crise, não é mais Democracia é Socialismo!
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Por que não reduzem já os impostos?
Eles são pra lá de extorsivos. Por exemplo, mais de um terço do preço do café em vários Estados, são de impostos. No açúcar, 40,4% vão para os cofres públicos.
O percentual sobe para 53,3% no caso da gasolina, 56% no da cerveja e 83,7% no da cachaça.
Até a cesta básica do trabalhador é violentamente taxada: Leite: 13,75%, Arroz e feijão: 16,54%, Carne: 18,67%
Nos remédios a coisa fica pior ainda...
O Marolinha, não irá mexer nestes índices, para baixo ao menos, em plena véspera de início de campanha presidencial, eles vão torrar todo dinheiro em que puderem botar as mãos...
E o povo, como fica?
Na opinião deles? Que se arrebente o povo.
É só continuar distribuindo as "BolsasQueroSeuVoto", que tudo continuará indo bem.
Para eles, ao menos...
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Porquê?? porque o governo que esta a mais de 2 decadas no poder vnedeu os principais bancos, impedindo o socorro a industria paulista atravéz de financiamento.
O governo Serra não tem como combater os efeitos da crise, pois vendeu as " ferramentas" que deveriam ser usadas hoje.
O Banesp e a Nossa Caixa poderiam estar sendo usados para amenizar o efeito desta crise se não tivessem sido "doados" (privatizados).
Mas o paulistano em geral prefere fazer "vista grossa as mazelas deste governo do PSDB e atacar o govero federal.
Cada estado tem o governo que merece.
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O que era para ser uma marolinha ou uma gripinha, segundo o presidente e sua candidata, deu no que deu.
E agora?
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Em tempos normais, já é didícil para os trabalhadores conseguirem algum ganho imagine numa situação de crise.
Mesmo tendo condições, os empresários oportunistas vão aproveitar para conseguir alguma flexibilização das Leis trabalhistas, para obter vantagens e mais lucros.
Negociações trabalhistas são como as negociações com sequestradores: ou você perde a vida ou perde dinheiro.
Os trabalhadores não tem nehum poder de negociação: se pressionar perde o emprego se não pressionar terá seu salário reduzido.
Os trabalhadores só podem contar com a Justiça, que infelizmente, no Brasil, é controlada pelos empresários e banqueiros como Daniel Dantas.
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Por esse motivo, a população brasileira procura estabilidade. Abrir o próprio negócio é algo tão burocrático no Brasil, cheio de impostos, empecilhos e outras tantas coisas mais - sempre favorecendo o Governo a tirar uma taxinha daqui e ali - que pouca gente ainda arrisca ter a sua própria fonte de renda.
A busca do momento são os concursos públicos. O povo brasileiro agora está interessado em entrar pro governo, fazer parte do setor público, receber um bom dinheiro sem medo de ser feliz e ter a garantia que, no dia seguinte, por mais que faça ou não faça nada no trabalho, não perderá o emprego.
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1) O Sistema previdenciário é injusto, deveríamos depositar desde que nascemos e receber pelo saldo de positado, respeitados os limites mínimos e máximos, similar às Previdências privadas. Seria mais de R$ 10 bi por mês de receita para o INSS aplicar. É óbvio que hoje não se tem confiança no INSS.
2) A CLT é incrivelmente inimiga do Emprego. Ela desistimula a produção, livre negociação, um finge que paga e o outro finge que está produzindo, niguém cresce. Apenas Justiça do Trabalho cresceu com as reclamações. Ora se a coisa esta errada, excessivamente burocratizada em Leis. Tem que simplificar as coisas, apenas um Contrato Unico de Trabalho - CUT, livre negociado, tudo muito simples.
É muito sindicato, muita proteção, muita gente dando palpite, não se permite ao Trabalhador decidir o que quer. A receita é uma só.
3) Temos um montão de deputados, temos quase uma centena de senadores, e só ficam brigando pelos seus interesses pessoais e partidários.
4) Tá na hora da moralização geral, chega de Leis para pobres, é muita lei. Será que não dá para simplificar.
5) A coisa é tão bagunçada, que a CAIXA está com 170 mil mutuários na Justiça Federal reclamando da mesma coisa. A Caixa emprestou 100 moedas, já cobrou 200 moedas e ainda quer mais 100 moedas por mais 10 anos. Essa divida é impagável. O que era para ser um benefício, passou a ser um sério problema para mais de 1 milhão de pessoas.
" Cade a Isonomia, Direitos Iguais, Liberdade "
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Nós brasileiros somos assim... fazemos discursos em prol da maioria, mas quando surge ou "insurge" alguem a favor dessa maioria, sempre vem um discurso técnico que prova por A mais B que está tudo errado. Deus meu! Quanto anos os poderosos estiveram no comando desse país, vendendo-nos e comprometendo-nos ? Quanta dificuldade existia para se dar um aumento desumano ao salário mínimo, que ainda vinha com quebrados de centavos? A impresnsa, naquela época, falava bastante em risco Brasil, dívida externa, FMI, aumento constante de combustivel etc. Será que estão com saudades? Essa crise que está aí não foi fabricada por nós. Já houve alguém que disse que o Brasil, talvez, seja o país mais preparado para enfrenta-la. Mas tem gente que não gosta...
Tais discursos eu comparo ao livro do FHC, mas que quando ele foi eleito disse : "esqueçam o que escrevi!
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