Dinheiro

Desemprego

Apesar de estar em níveis ainda considerados altos, o desemprego tem recuado no país, segundo diversos índices do governo e das indústrias. Ao mesmo tempo tem aumentado a massa de trabalhadores empregados, inclusive com carteira. Por outro lado, a renda não acompanha.
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Comentários dos leitores
Antonio Rodrigues Ferreira (39) 11/02/2009 08h24
Antonio Rodrigues Ferreira (39) 11/02/2009 08h24
É mesmo verdade que, NESTE PAIS, O GOVERNO BUSCA MESMO A IGUALDADE SOCIAL, VEJAMOS:
-Enquanto qualquer trabalhador da iniciativa privada precisa trabalhar duro, ser criativo, MOSTRAR COMPETENCIA PARA MANTER O EMPREGO, no setor publico é o contrário. A incompetencia É PREMIADA.
-Enquanto no setor privado a aponsentadoria é no maximo cerca de 90% do teto de mais ou 10 minimos, no setor PUBLICO NÃO HÁ LIMITE. O CEU É O LIMITE.
-Enquanto as demissões no setor privado acontecem, no setor publico é o contrário. As demissões por baixa produtividade, improbidade etc, não acontecem. OS CONCURSOS E CONTRATAÇÕES CONTINUAM A TODO VAPOR.
Está chegando o momento em que o SETOR PRIVADO NÃO VAI MAIS CONSEGUIR SUSTENTAR ESTA SITUAÇAO.
Antonio Rodrigues Ferreira - Belo Horizonte
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Nelson Cunha (75) 11/02/2009 08h22
Nelson Cunha (75) 11/02/2009 08h22
Acabamos de ver varias ações do governo, com o dinheiro publico.
O mais importante nosso governo ainda não atacou: O lucro dos bancos, com suas taxas de juros altissimas.
O teorico, presidente do banco central com suas abobrinhas superficiais.
Ninguem está no limite do cheque especial ou com um saldo no cartão de credito pagando o mínimo porque quer.
Vai mudar de banco como?
Tá faltando gente no governo com coragem de atacar esses grande problema.
Em todo lugar do mundo os juros caem no no Brasil isso não acontece.
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Só os netos do PAC, cuja mãe é conhecida e apresentada aos filiados do Bolsa Família, versão moderna do curral eleitoral, criada pelo PT, pode acreditar nas propostas do governo. 17 opiniões
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Igor Bevilaqua (390) 11/02/2009 07h44
Igor Bevilaqua (390) 11/02/2009 07h44
Reduzir mais ainda o já miserável salário mínimo...???(R$ 465,00), se jornada de trabalho tivesse a ver com redução de salário, então, senadores, deputados, ministros, presidentes e outras "AUTORIDADES", teriam que ter o seus faraônicos salários "EXTINTOS". 6 opiniões
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Fernando Garcia (1) 11/02/2009 07h37
Fernando Garcia (1) 11/02/2009 07h37
Nos primeiros anos de nossas vidas acreditávamos fielmente em papai noel, com o tempo, fomos deixando aos poucos essa crença e vendo a dura realidade... mas temos saudades desta época, da crença, da confiança, do acreditar.
Quando vejo qualquer reportagem que cita redução de algum tipo de imposto no Brasil automaticamente me remete a sensação do papai noel e tenho que fazer muito sacrifício para acreditar de novo... o acreditar já não existe mais...
Você continua acreditando em papai noel???
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Marcos Vinicius Vitalis (1) 11/02/2009 07h25
Marcos Vinicius Vitalis (1) 11/02/2009 07h25
Minha dúvida é : Os salários serão reduzidos, mas e os preços dos itens de consumo como, alimentação, eletricidade, água, telefonia, etc.........terão redução ? sem opinião
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B Cosmo (46) 11/02/2009 07h17
B Cosmo (46) 11/02/2009 07h17
Da nojo! estes deputados ganham muito e trabalham pouco (a favor de interesses partidários e pessoais) - Cortem seus salários - melhor ainda seus ilimitados beneficios... Acorderm pra vida! 1 opinião
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Haremhab Hassan (121) 11/02/2009 06h45
Haremhab Hassan (121) 11/02/2009 06h45
Sempre a mesma ladainha...apertou a situação?1o, vamos reduzir os salários para preservar os empregos...piorou?Vamos mudar a CLT, os trabalhadores "tem muitos direito, que inviabilizam a estabilidade, novas contratações e investimentos"...Pq o governo federal não começa, reduzindo impostos?É mais fácil tirar de quem já não tem nada!O socialismo é assim, estilo Hobin Hood no avesso!(tira dos pobres para...) sem opinião
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joselito barbosa lima (1) 11/02/2009 06h43
joselito barbosa lima (1) 11/02/2009 06h43
Tenho uma micro empresa que hoje está contratando novos funcionario, se este governo fosse inteligente disponibilizava recursos para as micros e pequenas empresas de forma real que nos pequenos e criativos empresarios colocava este pais pra frente. ( ex. o banco do brasil disp. recursos para quem não precisa) pois as garantias na maioria das vezes não podem ser atendidas, é preciso tomar vergonha na cara e não fazer propaganda enganosa com nosso dinheiro. 2 opiniões
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João Ferreira (4) 11/02/2009 06h31
João Ferreira (4) 11/02/2009 06h31
É INTERESSANTE A INICIATIVA DE TENTAR-SE DE ALGUMA FORMA PRESERVAR OS EMPREGOS, MESMO REDUZINDO OS SALÁRIOS. MAIS INTERESSANTE E HONRADO SERIA SE A PRÓPRIA MÁQUINA GOVERNAMENTAL FIZESSE O MESMO COM OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. VIVA A IGUALDADE !!! 19 opiniões
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joao Oliveira (1) 11/02/2009 06h23
joao Oliveira (1) 11/02/2009 06h23
Eu Adoro a Democracia, parabéns governo e empresários do nosso Brasil.
Ah, e quanto aos anos em que as empresas encheram os cofres de dinheiro, quanto que foi repassado para nós réles mortais que somos empregados? Agora, em tempo de crise, não é mais Democracia é Socialismo!
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João Carlos Gagliardi (1630) 09/02/2009 12h39
João Carlos Gagliardi (1630) 09/02/2009 12h39
Vamos falar sério. Alguém em sã consciência, acredita de verdade que este governo, que utiliza uma das cargas mais brutais de impostos do mundo, esta realmente em condições de nos tirar desta crise?
Por que não reduzem já os impostos?
Eles são pra lá de extorsivos. Por exemplo, mais de um terço do preço do café em vários Estados, são de impostos. No açúcar, 40,4% vão para os cofres públicos.
O percentual sobe para 53,3% no caso da gasolina, 56% no da cerveja e 83,7% no da cachaça.
Até a cesta básica do trabalhador é violentamente taxada: Leite: 13,75%, Arroz e feijão: 16,54%, Carne: 18,67%
Nos remédios a coisa fica pior ainda...
O Marolinha, não irá mexer nestes índices, para baixo ao menos, em plena véspera de início de campanha presidencial, eles vão torrar todo dinheiro em que puderem botar as mãos...
E o povo, como fica?
Na opinião deles? Que se arrebente o povo.
É só continuar distribuindo as "BolsasQueroSeuVoto", que tudo continuará indo bem.
Para eles, ao menos...
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edilson ribeiro (36) 09/02/2009 10h01
edilson ribeiro (36) 09/02/2009 10h01
O estado de São Paulo é o que mais sofre com a crise.
Porquê?? porque o governo que esta a mais de 2 decadas no poder vnedeu os principais bancos, impedindo o socorro a industria paulista atravéz de financiamento.
O governo Serra não tem como combater os efeitos da crise, pois vendeu as " ferramentas" que deveriam ser usadas hoje.
O Banesp e a Nossa Caixa poderiam estar sendo usados para amenizar o efeito desta crise se não tivessem sido "doados" (privatizados).
Mas o paulistano em geral prefere fazer "vista grossa as mazelas deste governo do PSDB e atacar o govero federal.
Cada estado tem o governo que merece.
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Saulo Mundim Lenza (448) 09/02/2009 08h58
Saulo Mundim Lenza (448) 09/02/2009 08h58
Infelizmente isso é apenas o principio.
O que era para ser uma marolinha ou uma gripinha, segundo o presidente e sua candidata, deu no que deu.
E agora?
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Srs. eleitores, essa é a marolinha do Lula. Sincerametne, como pode o mandatário de um País ser tão mau acessorado e não ter senso crítico para avaliar as informações que lhe são passadas, deve ser a necessidade dos flashs. Realmente em um ponto o Lula tinha razão, nesta marolinha não ia dar nem para surfar, sabem porque?, Porque você estando desempregado não vai ter dinheiro para descer para a praia a não ser que o Lula crie o Bolsa Jabaquara. Estamos indo de mau a pior 10 opiniões
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Carlos José dos Santos (376) 05/02/2009 10h38
Carlos José dos Santos (376) 05/02/2009 10h38
"Crise trava ganho real em negociações trabalhistas"
Em tempos normais, já é didícil para os trabalhadores conseguirem algum ganho imagine numa situação de crise.
Mesmo tendo condições, os empresários oportunistas vão aproveitar para conseguir alguma flexibilização das Leis trabalhistas, para obter vantagens e mais lucros.
Negociações trabalhistas são como as negociações com sequestradores: ou você perde a vida ou perde dinheiro.
Os trabalhadores não tem nehum poder de negociação: se pressionar perde o emprego se não pressionar terá seu salário reduzido.
Os trabalhadores só podem contar com a Justiça, que infelizmente, no Brasil, é controlada pelos empresários e banqueiros como Daniel Dantas.
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Hans Misfeldt (10) 05/02/2009 09h58
Hans Misfeldt (10) 05/02/2009 09h58
A situação é sim calamitosa e preocupante. Pode-se aumentar o salário mínimo o quanto for, mesmo que isso não influencie diretamente o setor privado - as empresas não têm condições de garantir por quanto tempo poderão segurar o funcionário. Diferentemente do acordo efetivado entre funcionários e diretores da empresa VALEO, fabricante de faróis e lanternas automativos, na zona sul de São Paulo, em que eles reduzirão um dia da jornada de trabalho com redução de salário, a maioria das empresas ainda preferem demitir e garantir um fundo de reserva.
Por esse motivo, a população brasileira procura estabilidade. Abrir o próprio negócio é algo tão burocrático no Brasil, cheio de impostos, empecilhos e outras tantas coisas mais - sempre favorecendo o Governo a tirar uma taxinha daqui e ali - que pouca gente ainda arrisca ter a sua própria fonte de renda.
A busca do momento são os concursos públicos. O povo brasileiro agora está interessado em entrar pro governo, fazer parte do setor público, receber um bom dinheiro sem medo de ser feliz e ter a garantia que, no dia seguinte, por mais que faça ou não faça nada no trabalho, não perderá o emprego.
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Lissinho Fiod Junior (26) 05/02/2009 08h30
Lissinho Fiod Junior (26) 05/02/2009 08h30
O Povo Brasileiro não confia em mais nada.
1) O Sistema previdenciário é injusto, deveríamos depositar desde que nascemos e receber pelo saldo de positado, respeitados os limites mínimos e máximos, similar às Previdências privadas. Seria mais de R$ 10 bi por mês de receita para o INSS aplicar. É óbvio que hoje não se tem confiança no INSS.
2) A CLT é incrivelmente inimiga do Emprego. Ela desistimula a produção, livre negociação, um finge que paga e o outro finge que está produzindo, niguém cresce. Apenas Justiça do Trabalho cresceu com as reclamações. Ora se a coisa esta errada, excessivamente burocratizada em Leis. Tem que simplificar as coisas, apenas um Contrato Unico de Trabalho - CUT, livre negociado, tudo muito simples.
É muito sindicato, muita proteção, muita gente dando palpite, não se permite ao Trabalhador decidir o que quer. A receita é uma só.
3) Temos um montão de deputados, temos quase uma centena de senadores, e só ficam brigando pelos seus interesses pessoais e partidários.
4) Tá na hora da moralização geral, chega de Leis para pobres, é muita lei. Será que não dá para simplificar.
5) A coisa é tão bagunçada, que a CAIXA está com 170 mil mutuários na Justiça Federal reclamando da mesma coisa. A Caixa emprestou 100 moedas, já cobrou 200 moedas e ainda quer mais 100 moedas por mais 10 anos. Essa divida é impagável. O que era para ser um benefício, passou a ser um sério problema para mais de 1 milhão de pessoas.
" Cade a Isonomia, Direitos Iguais, Liberdade "
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Antonio C C Louzada (57) 05/02/2009 08h09
Antonio C C Louzada (57) 05/02/2009 08h09
Que culpa tem esses senhor, que hoje é Presidente da Republica, de ter nascido em berço pobre? Que culpa tem esses senhor de não ter frequentado boas escolas? Que culpa ele tem de não ser elite? Que culpa ele tem de ser diferente dos anteriores ? Mas isso era uma necessidade : ser diferente porque ninguem suportava mais.
Nós brasileiros somos assim... fazemos discursos em prol da maioria, mas quando surge ou "insurge" alguem a favor dessa maioria, sempre vem um discurso técnico que prova por A mais B que está tudo errado. Deus meu! Quanto anos os poderosos estiveram no comando desse país, vendendo-nos e comprometendo-nos ? Quanta dificuldade existia para se dar um aumento desumano ao salário mínimo, que ainda vinha com quebrados de centavos? A impresnsa, naquela época, falava bastante em risco Brasil, dívida externa, FMI, aumento constante de combustivel etc. Será que estão com saudades? Essa crise que está aí não foi fabricada por nós. Já houve alguém que disse que o Brasil, talvez, seja o país mais preparado para enfrenta-la. Mas tem gente que não gosta...
Tais discursos eu comparo ao livro do FHC, mas que quando ele foi eleito disse : "esqueçam o que escrevi!
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Tonia MSantos (450) 31/01/2009 15h17
Tonia MSantos (450) 31/01/2009 15h17
A questão agora é outra. Com a politica adotada de dar a inflação mais o que a nação cresceu ao valor do salario mínimo o que irá acontecer no próximo governo. Seja ele de quem for. Pois uma hora ou outra o INSS vai falir com toda a certeza. Voltar a politica de redução dos valores do salário mínimo será uma afronta ao povo e aos que sempre produziram pelo país e nunca foram dignificados, sempre usados como reles estorvo. Eu lembro da época em que ganhava meio salário mínimo trabalhando e consegui com o salário pagar o Colégio que era particular e a condução, pois não existia vale transporte. O trabalhador brasileiro precisa ter um salário digno como o aposentado também e isso apesar da incompetencia o governo atual esta fazendo. O problema será o estouro no próximo governo e como saná-lo. a reforma da previdencia já deveria ter acontecido. O Ciro Gomes fez uma proposta que seria viável. Até aquela data todos que estivessem no regime do INSS, se manteriam desta forma, porém todo aquele que entrasse no mercado naquele momento teria uma aposentadoria de grupo. assim o grupo daquele ano depois de 35 anos pagando e o dinheiro sendo investido com rentabilidade seria dividido pelo número de pessoas daquele ano e assim teriam a definição de salário de aposentadoria, com isso o velho sistema já teria terminado e o novo seria sempre capaz de pagar os seus compromissos. Mas esse desgoverno não sobe ver o futuro. Essa é a diferença entre estadista e oportunista. Não digo que o Ciro seja 14 opiniões
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