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Comentários dos leitores
Célio Rodrigues (42) 25/06/2008 17h51
Célio Rodrigues (42) 25/06/2008 17h51
GOIANIA / GO
Atenção PTFÓBICOS DE PLANTÃO!!!
Se não estão gostando de ver o dólar a U$ 1,60, chamem FHC para substituir Lula. Em poucos meses teremos a moeda americana valendo U$ 4,00...
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B Cosmo (18) 20/06/2008 19h21
B Cosmo (18) 20/06/2008 19h21
SAO JOSE DOS CAMPOS / SP
Acredito e invisto pesado na Bovespa e no trabalho de seus excelentes mantenedores, muitos são verdadeiros pensadores nacionais e têm dado um bom exemplo pros Gringos, O PROBLEMA e este maldito dimdim do tio SAM, estes bancos de investimentos encontraram nas instituições bancarias os parceiros ideais para ficaram especulando irresponsavelmente e unindo a falta de leis desde país é a mistura bombástica. Bolhas a parte isto é Brasil - OP. algumas corretoras são sérias porém como já diziam - Não existe pecado abaixo da linha do Equador
Quem tem perfil arrojado tome cuidado ; )
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Germano Beraldo (1) 20/06/2008 18h40
Germano Beraldo (1) 20/06/2008 18h40
O négócio é ficar no longo prazo, agora é esperar a tempestade passar e não vender jamais. 2 opiniões
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josé reis barata barata (1462) 18/06/2008 17h50
josé reis barata barata (1462) 18/06/2008 17h50
ARACAJU / SE
Meirelles descobriu o calombo do ovo!
E eu que pensei que só sua excelência o Presidente Lula tinha direito!
Sr. Meirelles, logo V.Excia.:"A teoria na prática é outra". Sua Excia., além da afirmação que não afirma nada, deve ter sido traído por seu próprio veneno: os números que forja não representam a realidade brasileira.
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SAO PAULO / SP
R$ 1,60 era o valor do dólar em 1994, quando o Plano Real entrou em ação. 14 anos depois, ele volta ao que valia. Ninguém ainda disse que essa queda é conseqüência das guerras estúpidas no Iraque e no Afeganistão. Segundo a lenda, a ilha de Manhattan foi comprada pelos holandeses dos índios pelo valor simbólico de US $ 1,00. Bush está fazendo uma força imensa (só que ele não morre durante isso; é a juventude norte-americana que morre!) para que essa ilha, considerada o centro do mundo, volte a esse valor. E vai conseguir com a mais estapafúrdia, trágica e universal paranóia belicista. Depois da derrota vergonhosa no Vietnã, os EUA estão preparando outras duas, Iraque e Afeganistão! A arrogância não deixa esse traidor das tradições americanas de democracia perceber esta fatalidade. E o povo desse país não percebe isso! 1 opinião
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Ronaldo Pignataro (27) 06/06/2008 16h45
Ronaldo Pignataro (27) 06/06/2008 16h45
SALVADOR / BA
A coisa funciona mais ou menos como um cabo de guerra. Quando Ben Bernancke, presidente do banco central americano, o FED, anunciou que pretendia manter a taxa de juros nos níveis atuais encerrando assim a série de cortes, ele também sinalizou que pretendia manter o dólar forte interna e externamente, ou seja, sinalizou pouca disposição em efetuar a desvalorização da moeda americana.
No entanto, o desequilíbrio com a alta do preço da energia e o enorme déficit dos EUA com o resto do mundo exerce pressão no sentido oposto, o da desvalorização das outras moedas em relação ao dólar. Para que isso seja melhor compreendido, basta lembrar que antes existia uma paridade que era a base do mercado internacional. Hoje esta paridade está atrapalhada pela valorização artificial das outras moedas do mundo em relação ao dólar. Logo para voltar ao equilíbrio anterior somente existiriam duas alternativas. O os EUA desvalorizam sua moeda tal como ocorreu em crises semelhantes como a vivida na década de 80, ou o resto do mundo desvalorizam as suas respectivas. Ora a desvalorização da moeda sempre representa perda na qualidade de vida, inflação daí a resistência de qualquer governo em proceder o ajuste. Quando um país como o Brasil que sinaliza que manterá sua moeda valorizada aumentando os juros, coloca resistência a inflação que está sendo forçada pelo império econômico, mas sem chances de êxito porque o real não tem, nem de longe, o poder de fogo do dólar.
No entanto, quando o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, anunciou que pode subir a taxa de juros na zona do euro, a coisa soou bombástica, jogou o preço do petróleo para o espaço colocando mais pressão para a desvalorização do dólar.internamente (inflação com perda da qualidade de vida dos norte-americanos).
O movimento do preço do petróleo e das bolsas no mundo não passou de uma antecipação de que a coisa apenas está começando e que os EUA vão ter que desacelerar muito ainda.
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Rogerio Rocha (320) 05/06/2008 19h17
Rogerio Rocha (320) 05/06/2008 19h17
SAO PAULO / SP
Mateus Carioca,
o seu português não é nenhuma maravilha também. E as suas noções de economia são sofríveis.
Aconselho que aprenda um pouco de economia com o sr. Nicola Chibi e compre um bom compêndio de português para aprender a nossa língua pátria.
O dólar tão desvalorizado só tem fins político-eleitoreiros. Só serve para o governo propalar aos quatro ventos que "nunca na história deste país" o salário mínimo esteve a USD$ 215,00. O que tecnicamente é verdade, mas que para o trabalhador não serve de nada, pois o valor de compra está corroído, e a continuar a atual política econômica ficará ainda mais corroído.
O certo seria o dólar oscilar na fiaxa de R$ 1,80 a R$ 2,00.
E para finalizar, quem lançou o câmbio flutuante foi o governo FHC e não o atual (des)governo.
Boa noite.
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Elton Silva (1) 15/05/2008 17h52
Elton Silva (1) 15/05/2008 17h52
SAO PAULO / SP
Completando a crítica sobre o fundo soberano, cito a reportagem abaixo da folhaonline:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u402034.shtml
10% MAIS RICOS NO BRASIL DETÊM 75% DA RIQUEZA.
Parabéns pelo crescimento econômico do Brasil em geral. Mas, acredito que com fundo soberano, é dar continuidade a um problema brasileiro que sempre vem sendo citado, ALTA TRIBUTAÇÃO. Acho que ainda não é hora de fazer um "cofrinho", como citou nosso ilustre ministro Mantega, isso só iria aumentar ainda mais os números citados na reportagem acima.
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João Marino Delize (219) 02/05/2008 17h36
João Marino Delize (219) 02/05/2008 17h36
MARINGA / PR
Acho que o Brasil não deve dar ouvidos ao que o FMI diz, já que não deve mais nenhuma satisfação àquelo Órgão Internacional. O FMI devia se preocupar com o EUA que está de mal a pior em vista que Busch está gatando 40 bilhões por mês na Guerra do Iraque. A moeda americana (dólar) cai dia a dia e o FMI quer dar palpite na nossa economia. Acho que agoram deve receber ordem do Brasil e instruções do Goverrno Lula para que aprendam o nosso Economês de um Nordestino que mudou a nossa história. 57 opiniões
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SAO PAULO / SP
A sabedoria popular manda que, quando a esmola é muito grande, o pobre desconfie. Nos EUA governo e poder financeiro são uma coisa só, quer o primeiro seja republicado ou democrata (blogueiro norte-americano chama-os de "repucrats" e "demoblicans"). Nossa promoção veio em cima de nacionalizações na Venezuela e na Bolívia (sob risco político, engana-se o povo com notícias "redentoras", mesmo que se tenha consciência do atraso provocado!). Fomos, por isto, escalados como o filho exemplar da família, que dá orgulho a ela. Só que passamos a andar no fio da navalha. O não-petista e portanto sensato do governo, Henrique Meirelles, ligou o botão do bom-senso: o que ganhamos podemos perder, se não investirmos. Investimento e o fim da farra com o dinheiro público, característica do PT, precisam ser implantados. Ou Bush, Obama, Hillary ou McCain vão cortar nosso "up-grade" econômico. Já que o PT está gozando às gargalhadas o PSDB, que implantou o esquema que está dando certo e sendo repetido pelos "esquerdistas", seria bom pensar nisto. Lula deve começar a preparar seu 3o. mandato. Se deixar os petistas gastarem a rodo, vai ficar sem dinheiro para governar! 24 opiniões
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Ronaldo Pignataro (27) 09/04/2008 17h35
Ronaldo Pignataro (27) 09/04/2008 17h35
SALVADOR / BA
Apenas transcrevo parte de comentário de ANTONIO DELFIM NETTO:
ANTONIO DELFIM NETTO
O Copom é autônomo
NA ÚLTIMA semana, o Brasil assistiu a um espetáculo de intrigas nos meios de comunicação para "afirmar" a autonomia do Banco Central diante do "jurássico" Ministério da Fazenda.
Como? Iniciando já um movimento de elevação da taxa de juros. O "merchandising" financeiro conseguiu quase unanimidade na direção do movimento. Para evitar eventual processo de formação de cartel, os agentes "fixaram" taxas de juros diferenciadas para a Selic em dezembro: de acordo com a "qualidade" da pseudociência, elas variaram de um modesto 12,5% até um fantástico 13,75%!
Tratou-se de um evidente suporte do "mercado" ao ridículo "terrorismo" da última ata do Copom. A coisa tem um ar estranho. Ouvindo a autoridade monetária e lendo as análises do sistema financeiro, alguém que ontem tivesse chegado de Marte concluiria que o Brasil está sob grave ameaça de voltar a uma superinflação, que deve ser "preventivamente" combatida por um "superjuros".
E ainda ninguem consegui reponder : Para que subir os juros?
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Ronaldo Pignataro (27) 07/04/2008 16h40
Ronaldo Pignataro (27) 07/04/2008 16h40
SALVADOR / BA
A Folha, estranhamente, "despublicou", no que chamou de atualização, o seguinte:
A redução da taxa Selic nos três primeiros trimestres do ano passado contribuiu pouco para a diminuição do custo do crédito, especialmente das pequenas e das médias indústrias, aponta estudo realizado em parceria entre a Fiesp e o Serasa.
O relaxamento nos juros durante o período --de 13,25% para 11,25%-- foi menos sentido porque o "spread" (diferença entre taxas captadas e repassadas) não acompanhou o mesmo ritmo de queda da Selic. De acordo com a pesquisa "Painel de Competitividade", obtida pela Folha, o "spread" médio de janeiro a setembro foi de 12,9% ao ano.
Se tivesse seguido em linha com a Selic, seria de 8%.
Da mesma forma, o juro médio cobrado de pessoas jurídicas seria de 19,5%, enquanto a taxa real média verificada no período chegou a 24,4%.
Os coordenadores da pesquisa, feita com 10 mil empresas, afirmam que a desoneração do crédito proporcionada pela redução da Selic ficou comprometida porque os bancos não ofereceram sua contrapartida, reduzindo a taxa de "spread".
"No mundo inteiro, o "spread" é proporcional à taxa de juros. Ocorre que o "spread" bancário continua praticamente o mesmo desde 2005", afirma José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Decomtec (Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp).
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A razão de tal amputação, a meu ver, é bastante simples. É que após a leitura da reportagem pairou uma pergunta irrespondível pelos fundamentos econômicos:
"SE A REDUÇÃO, NA PRÁTICA, NÃO FOI EM NADA REDUZIDA POR QUE AUMENTAR, JÁ QUE NO FINAL FICA TUDO NA MESMA?
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Luis Donadio (23) 03/03/2008 16h47
Luis Donadio (23) 03/03/2008 16h47
GUARULHOS / SP
Concordo com o amigo que as importações ficam mais baratas e as exportações mais caras. O grande problema é que os EUA estão a caminho do fundo do poço com sua política de guerra a qualquer custo. Os gastos com a guerra já ultrapassaram a casa dos trilhões e isso causará o fim de seu império e consequentemente, de sua moeda.
O único problema é que ao cair, levarão muitos outros com eles, inclusive o nosso Real... E então o caos se estabelecerá no Planeta Terra...
Aguardem...
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Erico Leite (1) 28/02/2008 17h05
Erico Leite (1) 28/02/2008 17h05
SAO PAULO / SP
O dólar tem que baixar mesmo. Para as pessoas comecem comprar produtos importados e deixem de comprar produtos nacionais que são caros e de baixa qualidade. Os empresários só pensam em encher o dinheiro de bolso, colocando no mercado produtos que são verdadeiros lixos. 34 opiniões
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A predominância de queda do dólar perante as moedas de todo o mundo tem sido uma constante nos últimos meses. O agravamento da crise instalada nos EUA é negada muitos analistas mas, é evidente e sem volta. A alguns meses antecipei em comentários nesta coluna, os sinais de agravamento desta crise e o que estará acontecendo num futuro muito próximo. Pederão verificar que o principal sinal seria o petróleo atingir níveis de US$ 100 o barril em NY, aconteceu recentemente; esperava que acontecesse mais no futuro. Continuo trabalhando com a perspectiva de dólar em queda atingindo níveis de R$ 1,30 para cada US$ 1,00, porém agora para o ano de 2010, antecipando-se assim o que inicialmente previa para 2012 ou 2013. Em minhas estimativas, considero agora que toda esta desvalorização do dólar perante as moedas do mundo todo, trouxe mais benefícios para a economia mundial, do que malefícios. Penso ainda que esta desvalorização tende a se acelerar, de forma a permitir o surgimento de uma nova moeda nos EUA, que virá a substituir o dólar e conter o enorme volume de notas falsas que circulam no mundo todo. É quase certo, que não há fatores estruturais no momento que indiquem uma recuperação, ainda mais com a entrada nos próximos meses das receitas com exportações do agronegócio. Considero ainda, o anúncio já em meados de 2008, do Brasil como incluido no investiment grid. Vamos esperar, já que de foi dito por todos até agora, existe muita verdade. 27 opiniões
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Nicola Chibi (6) 27/02/2008 01h06
Nicola Chibi (6) 27/02/2008 01h06
Mateus Carioca, desculpa eu sou Suiço e meu portugues nao pode ser ainda perfetio! Vou amelhorar!
Eu concordo sobre isso, sobre o resto eu nao concordo ne um pouco me desculpa!
Mudancas para melhor acontece bem devagar!
piorar pode piorar muito rapido a Italia è uma prova!
Voce esqueceu que valorizando o real abaixo a inflacao esatamente como desvalorizando aumento!!
Devagar Devagar..... para melhorar com estabilidade
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Gevan Oliveira (2) 26/02/2008 18h14
Gevan Oliveira (2) 26/02/2008 18h14
FORTALEZA / CE
O negócio do dólar flutuante (leia-se desvalorizado) deve produzir um novo profissional no mercado: O Ninja Negociador. Somente com super-poderes para garantir que os exportadores não percam mais dinheiro com o câmbio do dia da negociação. 3 opiniões
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Mateus Carioca (1) 20/02/2008 17h47
Mateus Carioca (1) 20/02/2008 17h47
RIO DE JANEIRO / RJ
Nicola, eu acho que voce deve se alfabetizar em portugues primeiro para que a gente entenda o que voce escreve. Bem, O Japao viveu uma recessao de quase 10 anos e sua moeda era completamente desvalorizada frente ao Dollar. O que nao pode haver é artificialismo. Leia-se, congelamento do dolar por 5 anos como o mestre FHC fez pra poder enganar que éramos estáveis. Pra quem nao sabe, no momento da conversao do Cruzeiro para Real, o dolar custava 0,89 reais. Se descontarmos a inflacao de 94 até hoje e claro, retiramos tudo o que foi inflacao gerada pelo descompasso do dolar (que pulou para quase 4,00), voce vera que a curva do Real é de estabilidade em 1,79. Ou seja, está dentro do que deveria ser. Nao há sobrevalorizacao. e pra quem nao sabe, a exportacao de carros bateu record no ano passado, com o dolar na media de 1,82. Entao o problema nao é esse. O dolar tem que ser livre, flutuante com foi nos ultimos 5 anos sem forcacao de barra. Reservas de 200 bilhoes foi que deu a tranquilidade para que nao houvesse curvas drasticas de desvalorizacao. O valor tem que ser justo. Desvalorizar o Real, voce ganha no curtissimo prazo, e depois, perde outros 5 anos de retrabalho pra ganho de confianca, de recuperacao de mercado interno. Impostos devem ser simplificados, nao necessariamente reduzidos. Só esse custo de simplificacao ja reduz em 6% os custos da administracao interna de uma grande empresa de mais de 1000 funcionarios. So a simplificacao. Reducao vem no segundo passo. 44 opiniões
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Nicola Chibi (6) 08/02/2008 02h17
Nicola Chibi (6) 08/02/2008 02h17
Eu achou que todos aqueli que quere o real super super valorizado esta totalmente doido!!
O Brasil è um pais maravilhoso con um enorme potenzial o problema que agora è tambem un pais pobre! 53 miliones de pessoas que mora nas favelas!!
O Brasil tenh que ter uma moeda fraqua aumentar as esportçao em quantidade e non so em valor como acontece agora! favorecer desso jeto investimento.
Gente o dia che a onda especulativa que aumentou e muito do fero ecc. voces vai ver aonde vai acabar a balanca commercial.......
A crisi acabou de comencar a scegada da stagflaçao no EUA vai doer e muito em todo o mundo
A situaçao è muito complicada e muito perigosa por todos!!
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marcos targino (57) 24/01/2008 18h53
marcos targino (57) 24/01/2008 18h53
SAO PAULO / SP
Se eu entendí o "pacote" dos EUA, eles estão esticando os prazos de vencimento dos contratos de créditos incobráveis. Esperam que o corte nos impostos proporcione que os devedores paguem, pelo menos, parte dos débitos. Acontece que os EUA não conseguem mais impor ao mundo sua moeda podre. Os dólares espalhados pelo mundo estão voltando à casa, e o corte nos juros é como tentar apagar o incêndio com gasolina. A economia real não pode ser estimulada, pois os EUA perderam a dianteira para os europeus (indústria química), asiáticos (bens de consumo duráveis, eletrônicos e informática) e para o Brasil (agronegócio). A estagflação é inevitável, e uma medida externa desesperada, como um ataque ao Irã, mesmo sabendo que a Rússia e a China não aceitariam este passo em direção às suas fronteiras, deve ser motivo de alerta do mundo. 27 opiniões
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