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Aumentam protestos na Europa contra os preços do combustível
da France Press, em Estocolmo Os protestos contra o alto preço do combustível se ampliaram este domingo na Noruega, Suécia e Espanha, onde as associações de consumidores se preparavam para bloquear Madri e Valência, enquanto que no resto da Europa a situação parecia voltar à normalidade. Na Noruega, o bloqueio dos principais depósitos de combustível no Sul do país terá início na noite deste domingo, informou a Bilerenes Interesseorganisasjon (BIO), entidade que reúne caminhoneiros. Essa associação reclama uma redução de sete coroas norueguesas (US$ 0,8) no preço do litro de gasolina, que atualmente vale 10 coroas, das quais 7,36 coroas são apenas de impostos. A BIO estima que cerca de 900 caminhões poderão bloquear as entradas de cinco depósitos, enquanto que a seção local do Hordaland, Sindicato dos Transportadores de Estradas (NLF), dirá, na noite deste domingo, se vai se unir à medida de força do BIO e, nesse caso, se organizará o bloqueio de mais quatro depósitos. A empresa petroleira anglo-holandesa Shell anunciou hoje uma baixa no preço do combustível a varejo na Noruega, reduzindo o preço do mesmo de 10,99 coroas norueguesas a 10,89 coroas a partir desta segunda-feira, ou seja, uma redução de 1,1%. Na Noruega os motoristas formam filas nos postos de gasolina, temendo a falta do combustível nos próximos dias.
Suécia Proprietários de caminhões levantaram a maioria das barreiras, mas anunciaram que amanhã vão endurecer sua posição.
Espanha No entanto, amanhã começarão as negociações entre o Governo de José María Aznar e representantes dos motoristas e agricultores para paliar o efeito da alta do combustível.
Alemanha A Federação alemã de Motoristas de Mercadorias (BGL, 12.000 empresas) convocou todas as empresas de transporte para se manifestarem no dia 26, mas não pretende criar bloqueios no país.
Reino Unido No Reino Unido, as companhias petroleiras estimavam hoje que metade dos 13.000 postos de gasolina britânicos foram reabastecidos, mas as filas de espera para comprar combustível prosseguiam. Os especialistas advertiram que ainda serão necessárias várias semanas para normalizar a situação. |
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