06/09/2005
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10h34
da Folha Online
As montadoras estão programando novas rodadas de reajustes de preços. A Fiat anunciou hoje um reajuste médio de 1,1% em toda a sua linha de veículos. A tabela da General Motors sofreu um aumento médio de 1,4% neste final de semana. Outras montadoras ainda não anunciaram reajuste de preços a partir deste mês de setembro.
No entanto, as empresas já começaram a incorporar os modelos 2006 em suas tabelas de preços. Com a entrada dos novos modelos, os preços tendem a subir.
Levantamento da agência AutoInforme mostra que os preços médios do carro zero subiram 6,84% de janeiro e julho. Esse percentual, entretanto, não correspondeu aos preços praticados no mercado. É que em cima da tabela oficial, a rede varejista aplicava, no mês passado, um desconto de 5,3%.
Segundo as montadoras, os reajustes refletem a pressão dos aumentos de preços dos insumos nos custos do setor. Entre os produtos que mais pressionam a cadeia de produção do setor automotivo estão o aço e a borracha, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Especial
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GM e Fiat programam nova rodada de reajustes de preços
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FABIANA FUTEMAda Folha Online
As montadoras estão programando novas rodadas de reajustes de preços. A Fiat anunciou hoje um reajuste médio de 1,1% em toda a sua linha de veículos. A tabela da General Motors sofreu um aumento médio de 1,4% neste final de semana. Outras montadoras ainda não anunciaram reajuste de preços a partir deste mês de setembro.
No entanto, as empresas já começaram a incorporar os modelos 2006 em suas tabelas de preços. Com a entrada dos novos modelos, os preços tendem a subir.
Levantamento da agência AutoInforme mostra que os preços médios do carro zero subiram 6,84% de janeiro e julho. Esse percentual, entretanto, não correspondeu aos preços praticados no mercado. É que em cima da tabela oficial, a rede varejista aplicava, no mês passado, um desconto de 5,3%.
Segundo as montadoras, os reajustes refletem a pressão dos aumentos de preços dos insumos nos custos do setor. Entre os produtos que mais pressionam a cadeia de produção do setor automotivo estão o aço e a borracha, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Especial

