20/09/2005
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12h30
O financiamento da compra de material de construção com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) passa a ter novas regras a partir de hoje. Entre as mudanças está a elevação em 121% do valor máximo de avaliação do imóvel que será construído ou reformado, que subiu de R$ 28 mil para R$ 62 mil.
No crédito para compra de material de construção, o prazo máximo de pagamento é de 96 meses, com juros de 6% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O financiamento mínimo é de R$ 1.000; e o máximo, de R$ 7.000. Essa linha de crédito pode ser utilizada por trabalhadores com renda máxima mensal de até R$ 1.500.
O crédito para compra de material de construção é operado pela Caixa Econômica Federal por meio do Construcard FGTS. De janeiro a agosto deste ano, essa linha de crédito contratou R$ 460,4 milhões em 80.493 operações. Entre as facilidades do Construcard está a possibilidade de comprar o material com cartão em qualquer uma das 28 mil lojas conveniadas à Caixa.
A Caixa dispõe de outras linhas para compra de material de construção para outras faixas de renda, como o Construcard FAT e Construcard com recursos próprios do banco. Juntas, as três linhas já financiaram de janeiro a agosto deste ano 106.533 contratos, no valor total de R$ 909,6 milhões.
Valor de avaliação
Outra mudança que já está em vigor está a elevação dos valores máximos de avaliação dos imóveis novos, usados ou em construção. Esses limites subiram de R$ 72 mil para R$ 80 mil --no caso dos imóveis novos, usados, na planta ou em construção. Para imóveis novos --financiados por trabalhadores com renda máxima mensal de R$ 4.900-- o valor de avaliação do imóvel subiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Essas novas regras valem apenas para os financiamentos de imóveis localizados nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro e do Distrito Federal.
De janeiro a agosto o financiamento de imóveis com recursos do FGTS totalizou R$ 2,5 bilhões. Com esse montante foram financiadas a compra de 153 mil moradias.
Especial
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Crédito para compra de material de construção tem nova regra
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da Folha OnlineO financiamento da compra de material de construção com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) passa a ter novas regras a partir de hoje. Entre as mudanças está a elevação em 121% do valor máximo de avaliação do imóvel que será construído ou reformado, que subiu de R$ 28 mil para R$ 62 mil.
No crédito para compra de material de construção, o prazo máximo de pagamento é de 96 meses, com juros de 6% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O financiamento mínimo é de R$ 1.000; e o máximo, de R$ 7.000. Essa linha de crédito pode ser utilizada por trabalhadores com renda máxima mensal de até R$ 1.500.
O crédito para compra de material de construção é operado pela Caixa Econômica Federal por meio do Construcard FGTS. De janeiro a agosto deste ano, essa linha de crédito contratou R$ 460,4 milhões em 80.493 operações. Entre as facilidades do Construcard está a possibilidade de comprar o material com cartão em qualquer uma das 28 mil lojas conveniadas à Caixa.
A Caixa dispõe de outras linhas para compra de material de construção para outras faixas de renda, como o Construcard FAT e Construcard com recursos próprios do banco. Juntas, as três linhas já financiaram de janeiro a agosto deste ano 106.533 contratos, no valor total de R$ 909,6 milhões.
Valor de avaliação
Outra mudança que já está em vigor está a elevação dos valores máximos de avaliação dos imóveis novos, usados ou em construção. Esses limites subiram de R$ 72 mil para R$ 80 mil --no caso dos imóveis novos, usados, na planta ou em construção. Para imóveis novos --financiados por trabalhadores com renda máxima mensal de R$ 4.900-- o valor de avaliação do imóvel subiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Essas novas regras valem apenas para os financiamentos de imóveis localizados nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro e do Distrito Federal.
De janeiro a agosto o financiamento de imóveis com recursos do FGTS totalizou R$ 2,5 bilhões. Com esse montante foram financiadas a compra de 153 mil moradias.
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