18/12/2005
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19h39
As autoridades de Hong Kong começarão a julgar nesta segunda-feira alguns dos 900 ativistas antiglobalização presos devido aos incidentes violentos de sábado durante a reunião ministerial da OMC (Organização Mundial do Comércio).
Segundo fontes oficiais, os detidos, em sua maioria agricultores da Coréia do Sul e de outros países do Sudeste Asiático, estão atualmente em dependências policiais espalhadas por toda a cidade.
De acordo com as leis de Hong Kong, uma pessoa pode ficar detida sem acusações durante 48 horas. Espera-se que muitos deles sejam condenados por "manifestação ilegal" e que recebam uma ordem de deportação.
Os ativistas passaram a noite de sábado cercados pela polícia em uma avenida próxima ao centro de Convenções e Exposições de Hong Kong, local da conferência da OMC.
Durante um período de quase 20 horas, até 3h (horário de Brasília), os manifestantes foram levados pelos agentes em pequenos grupos às diferentes delegacias da cidade.
Segundo os últimos números das forças de segurança, o número total de feridos nos distúrbios de sábado chegou a 108, entre eles 39 policiais.
Os choques ocorreram a poucos metros do edifício em que foi realizada a reunião ministerial, quando um grupo de agricultores sul-coreanos saiu do traçado da manifestação estipulado originalmente com o governo de Hong Kong e atacou policiais em vários lugares.
Os manifestantes exigiam falar diretamente com os delegados da conferência para explicar a eles sua oposição à liberalização dos mercados agrícolas. Após vários confrontos nas ruas do bairro de Wanchai, em que muitos agentes antidistúrbios tiveram que fugir, os manifestantes se concentraram em frente ao edifício da OMC.
Dali, insistiram em sua tentativa de entrar no centro e tentaram bater nos agentes com paus e barras de metal. Os policiais se defenderam lançando gases lacrimogêneos e sprays de gás pimenta. Após as ações, o tráfego foi interrompido nos bairros de Wanchai e Causeway Bay, dois dos mais povoados da cidade.
O chefe executivo de Hong Kong, Donald Tsang, defendeu hoje a ação policial e declarou que "se usou o nível de força apropriada e a tolerância máxima para enfrentar esta situação".
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Hong Kong levará ativistas contra a OMC a julgamento
da Efe, em Hong KongAs autoridades de Hong Kong começarão a julgar nesta segunda-feira alguns dos 900 ativistas antiglobalização presos devido aos incidentes violentos de sábado durante a reunião ministerial da OMC (Organização Mundial do Comércio).
Segundo fontes oficiais, os detidos, em sua maioria agricultores da Coréia do Sul e de outros países do Sudeste Asiático, estão atualmente em dependências policiais espalhadas por toda a cidade.
De acordo com as leis de Hong Kong, uma pessoa pode ficar detida sem acusações durante 48 horas. Espera-se que muitos deles sejam condenados por "manifestação ilegal" e que recebam uma ordem de deportação.
Os ativistas passaram a noite de sábado cercados pela polícia em uma avenida próxima ao centro de Convenções e Exposições de Hong Kong, local da conferência da OMC.
Durante um período de quase 20 horas, até 3h (horário de Brasília), os manifestantes foram levados pelos agentes em pequenos grupos às diferentes delegacias da cidade.
Segundo os últimos números das forças de segurança, o número total de feridos nos distúrbios de sábado chegou a 108, entre eles 39 policiais.
Os choques ocorreram a poucos metros do edifício em que foi realizada a reunião ministerial, quando um grupo de agricultores sul-coreanos saiu do traçado da manifestação estipulado originalmente com o governo de Hong Kong e atacou policiais em vários lugares.
Os manifestantes exigiam falar diretamente com os delegados da conferência para explicar a eles sua oposição à liberalização dos mercados agrícolas. Após vários confrontos nas ruas do bairro de Wanchai, em que muitos agentes antidistúrbios tiveram que fugir, os manifestantes se concentraram em frente ao edifício da OMC.
Dali, insistiram em sua tentativa de entrar no centro e tentaram bater nos agentes com paus e barras de metal. Os policiais se defenderam lançando gases lacrimogêneos e sprays de gás pimenta. Após as ações, o tráfego foi interrompido nos bairros de Wanchai e Causeway Bay, dois dos mais povoados da cidade.
O chefe executivo de Hong Kong, Donald Tsang, defendeu hoje a ação policial e declarou que "se usou o nível de força apropriada e a tolerância máxima para enfrentar esta situação".
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