12/01/2006
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11h41
Prévia da 158ª Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), aponta "deterioração significativa" das perspectivas sobre o emprego no início de 2006.
Segundo a sondagem, 32% das empresas prevêem reduzir o contingente de mão-de-obra nos primeiros três meses deste ano, enquanto 11% das empresas esperam realizar contratações. Trata-se da pior previsão desde janeiro de 1998.
De acordo com a FGV, embora os efeitos típicos desta época do ano apontem tradicionalmente para um saldo negativo, a diferença de -21 pontos percentuais está bem abaixo da média histórica (-8 pontos percentuais).
O resultado ruim para o emprego, no entanto, não afeta o humor do empresariado para a evolução dos negócios nos primeiros meses de 2006.
No horizonte de seis meses, 55% das 489 empresas consultadas apostam na melhora da situação dos negócios, enquanto 12% dizem esperar pela piora. O saldo de 43 pontos percentuais é superior aos 40 pontos da média histórica para esta época do ano.
Situação presente
Segundo a FGV, a indústria continua em ritmo lento na avaliação dos empresários quanto à situação presente. O nível de demanda global (interna e externa) por produtos industriais é considerado "forte" por 9% e "fraco" por 20% das empresas. O saldo de 11 pontos percentuais negativos é pouco inferior ao apurado em outubro (-8 pontos percentuais).
A avaliação do nível de estoques também mudou pouco. Em janeiro, os estoques industriais são considerados "insuficientes" por 3% e "excessivos" por 12% das empresas pesquisadas. O saldo (-9 pontos percentuais) é pouco superior ao saldo de outubro (-11 pontos percentuais).
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a Sondagem da FGV
32% das empresas prevêem cortar empregos até março, diz FGV
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da Folha OnlinePrévia da 158ª Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), aponta "deterioração significativa" das perspectivas sobre o emprego no início de 2006.
Segundo a sondagem, 32% das empresas prevêem reduzir o contingente de mão-de-obra nos primeiros três meses deste ano, enquanto 11% das empresas esperam realizar contratações. Trata-se da pior previsão desde janeiro de 1998.
De acordo com a FGV, embora os efeitos típicos desta época do ano apontem tradicionalmente para um saldo negativo, a diferença de -21 pontos percentuais está bem abaixo da média histórica (-8 pontos percentuais).
O resultado ruim para o emprego, no entanto, não afeta o humor do empresariado para a evolução dos negócios nos primeiros meses de 2006.
No horizonte de seis meses, 55% das 489 empresas consultadas apostam na melhora da situação dos negócios, enquanto 12% dizem esperar pela piora. O saldo de 43 pontos percentuais é superior aos 40 pontos da média histórica para esta época do ano.
Situação presente
Segundo a FGV, a indústria continua em ritmo lento na avaliação dos empresários quanto à situação presente. O nível de demanda global (interna e externa) por produtos industriais é considerado "forte" por 9% e "fraco" por 20% das empresas. O saldo de 11 pontos percentuais negativos é pouco inferior ao apurado em outubro (-8 pontos percentuais).
A avaliação do nível de estoques também mudou pouco. Em janeiro, os estoques industriais são considerados "insuficientes" por 3% e "excessivos" por 12% das empresas pesquisadas. O saldo (-9 pontos percentuais) é pouco superior ao saldo de outubro (-11 pontos percentuais).
Especial

