24/04/2006
-
12h19
O presidente da gigante americana do setor de software Microsoft, Bill Gates, adquiriu no último dia 13 uma participação de 25,5% na Pacific Ethanol, empresa que produz etanol (álcool combustível) a partir do milho, segundo documento encaminhado à SEC (Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado financeiro dos EUA).
De acordo com a SEC, Gates adquiriu, através da Cascade Investment --a empresa privada de investimentos de Gates-- 5,25 milhões de ações da empresa. As ações, preferenciais, podem ser convertidas em 10,5 milhões de ações ordinárias.
As ações foram adquiridas apenas com propósito de investimento, segundo a SEC. A Cascade informou que deixará em aberto a possibilidade de ficar com as ações, vendê-las ou adquirir mais no mercado aberto ou em transações privadas.
A Pacific Ethanol está construindo uma unidade de produção no Estado da Califórnia (costa oeste dos EUA) e, no fim de março, havia informado que esperava fechar até meados de abril o negócio.
Elogios
O álcool combustível tem recebido elogios de diversas frentes. O setor de tecnologia já havia apresentado interesse no produto por parte dos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, que visitaram neste ano uma usina no interior de São Paulo, onde, especula-se, teriam sondado investimentos também no mercado do álcool.
Em seu discurso sobre o estado da nação deste ano, o presidente americano, George W. Bush, disse que os EUA estão "viciados" em petróleo e que precisam diversificar suas fontes de energia.
O jornal britânico "The Times" elogiou o desenvolvimento da tecnologia flex fuel brasileira e disse neste ano que o país está na ponta do desenvolvimento da tecnologia. O jornal lembrou o comentário de Bush sobre fontes alternativas de combustível: "Se o presidente Bush precisa de um exemplo de como o etanol pode ajudar a reduzir a dependência de importações de petróleo, ele não precisa procurar em outro lugar que não seja o Brasil."
Com agências internacionais
Especial
Leia o que já foi publicado sobre álcool combustível
Bill Gates investe na produção de álcool combustível nos EUA
Publicidade
da Folha OnlineO presidente da gigante americana do setor de software Microsoft, Bill Gates, adquiriu no último dia 13 uma participação de 25,5% na Pacific Ethanol, empresa que produz etanol (álcool combustível) a partir do milho, segundo documento encaminhado à SEC (Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado financeiro dos EUA).
De acordo com a SEC, Gates adquiriu, através da Cascade Investment --a empresa privada de investimentos de Gates-- 5,25 milhões de ações da empresa. As ações, preferenciais, podem ser convertidas em 10,5 milhões de ações ordinárias.
As ações foram adquiridas apenas com propósito de investimento, segundo a SEC. A Cascade informou que deixará em aberto a possibilidade de ficar com as ações, vendê-las ou adquirir mais no mercado aberto ou em transações privadas.
A Pacific Ethanol está construindo uma unidade de produção no Estado da Califórnia (costa oeste dos EUA) e, no fim de março, havia informado que esperava fechar até meados de abril o negócio.
Elogios
O álcool combustível tem recebido elogios de diversas frentes. O setor de tecnologia já havia apresentado interesse no produto por parte dos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, que visitaram neste ano uma usina no interior de São Paulo, onde, especula-se, teriam sondado investimentos também no mercado do álcool.
Em seu discurso sobre o estado da nação deste ano, o presidente americano, George W. Bush, disse que os EUA estão "viciados" em petróleo e que precisam diversificar suas fontes de energia.
O jornal britânico "The Times" elogiou o desenvolvimento da tecnologia flex fuel brasileira e disse neste ano que o país está na ponta do desenvolvimento da tecnologia. O jornal lembrou o comentário de Bush sobre fontes alternativas de combustível: "Se o presidente Bush precisa de um exemplo de como o etanol pode ajudar a reduzir a dependência de importações de petróleo, ele não precisa procurar em outro lugar que não seja o Brasil."
Com agências internacionais
Especial

