16/05/2006
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17h48
O Ministério da Defesa adiou o início da Operação Combinada Jauru, ação de treinamento militar realizada anualmente em áreas próximas às fronteiras com o Paraguai e a Bolívia. Em nota, o ministério afirma que se trata de "cuidado elementar" do governo para, num momento de debates diplomáticos sobre a nacionalização do gás boliviano, "evitar eventuais interpretações equivocadas" para uma ação militar "rotineira".
Além do treinamento da tropa, a operação incluiria vistorias em veículos e pessoas e apreensão de armas clandestinas em uma área de até 150 km da fronteira.
Não há previsão de nova data para o início da operação, que estava marcado para o próximo dia 29.
Enquanto isso, representantes dos governos brasileiro e boliviano tentam chegar a um acordo sobre o preço do gás comprado pelo Brasil e sobre a situação da Petrobras na operação de refinarias no país.
A partir de 1º de maio, quando a Bolívia nacionalizou as reservas de petróleo e gás, os dois países discutem preços e a transferência das ações das empresas da Petrobras para a estatal de petróleo do país vizinho.
A Bolívia é o país com o qual o Brasil tem a maior fronteira, com mais de 3 mil quilômetros de extensão.
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Brasil adia início de treinamento militar na fronteira com a Bolívia
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da Folha OnlineO Ministério da Defesa adiou o início da Operação Combinada Jauru, ação de treinamento militar realizada anualmente em áreas próximas às fronteiras com o Paraguai e a Bolívia. Em nota, o ministério afirma que se trata de "cuidado elementar" do governo para, num momento de debates diplomáticos sobre a nacionalização do gás boliviano, "evitar eventuais interpretações equivocadas" para uma ação militar "rotineira".
Além do treinamento da tropa, a operação incluiria vistorias em veículos e pessoas e apreensão de armas clandestinas em uma área de até 150 km da fronteira.
Não há previsão de nova data para o início da operação, que estava marcado para o próximo dia 29.
Enquanto isso, representantes dos governos brasileiro e boliviano tentam chegar a um acordo sobre o preço do gás comprado pelo Brasil e sobre a situação da Petrobras na operação de refinarias no país.
A partir de 1º de maio, quando a Bolívia nacionalizou as reservas de petróleo e gás, os dois países discutem preços e a transferência das ações das empresas da Petrobras para a estatal de petróleo do país vizinho.
A Bolívia é o país com o qual o Brasil tem a maior fronteira, com mais de 3 mil quilômetros de extensão.
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