23/05/2006
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12h14
A Bolsa de Nova York abriu em alta nesta terça-feira e mantém a tendência, em uma recuperação do pessimismo que atingiu os principais mercados acionários do mundo ontem. Às 12h07, o índice Dow Jones 30 Industrials, da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), subia 0,43%, para 11.173,41 pontos, e a Nasdaq --que reúne ações de empresas de tecnologia-- avançava 1,08%, para 2.196,35 pontos.
Os preços das commodities subiam. O barril de petróleo era negociado no nível de US$ 70 no exterior. O petróleo retomou o rumo das altas no fim da sessão de ontem na Nymex (a Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), com a previsão do governo norte-americano de que a temporada de furacões no país neste ano deverá ser mais intensa que a do ano passado --quando os furacões Katrina e Rita atingiram o sul do país e provocaram destruição em Nova Orleans, além das plataformas e refinarias da região do golfo do México.
Logo após a passagem do Katrina, o petróleo atingiu US$ 55,67, recorde para a época, e o galão (3,785 litros) de gasolina chegou a passar de US$ 3 em alguns Estados do país.
As ações de empresas do setor de petróleo, como Exxon e Phelps Dodge, estão entre as maiores altas do pregão.
O medo de que a inflação nos EUA subisse e obrigasse o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) a continuar elevando os juros --no dia 10, promoveu a 16ª alta consecutiva, de 0,25 ponto percentual, para 5% ao ano-- estava deprimindo os investidores, e a discussão sobre o rumo da taxa continua.
Alguns analistas vêem o Fed apanhado em uma armadilha: se interromper a alta de juros agora, corre o risco de ver a inflação sair do controle, devido á alta do petróleo; se prosseguir com as altas, pode afetar o crescimento da economia do país, ao encarecer o crédito e inibir o consumo (motor da economia americana).
Com agências internacionais
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Bolsa de Nova York sobe puxada por empresas do setor de petróleo
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da Folha OnlineA Bolsa de Nova York abriu em alta nesta terça-feira e mantém a tendência, em uma recuperação do pessimismo que atingiu os principais mercados acionários do mundo ontem. Às 12h07, o índice Dow Jones 30 Industrials, da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), subia 0,43%, para 11.173,41 pontos, e a Nasdaq --que reúne ações de empresas de tecnologia-- avançava 1,08%, para 2.196,35 pontos.
Os preços das commodities subiam. O barril de petróleo era negociado no nível de US$ 70 no exterior. O petróleo retomou o rumo das altas no fim da sessão de ontem na Nymex (a Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), com a previsão do governo norte-americano de que a temporada de furacões no país neste ano deverá ser mais intensa que a do ano passado --quando os furacões Katrina e Rita atingiram o sul do país e provocaram destruição em Nova Orleans, além das plataformas e refinarias da região do golfo do México.
Logo após a passagem do Katrina, o petróleo atingiu US$ 55,67, recorde para a época, e o galão (3,785 litros) de gasolina chegou a passar de US$ 3 em alguns Estados do país.
As ações de empresas do setor de petróleo, como Exxon e Phelps Dodge, estão entre as maiores altas do pregão.
O medo de que a inflação nos EUA subisse e obrigasse o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) a continuar elevando os juros --no dia 10, promoveu a 16ª alta consecutiva, de 0,25 ponto percentual, para 5% ao ano-- estava deprimindo os investidores, e a discussão sobre o rumo da taxa continua.
Alguns analistas vêem o Fed apanhado em uma armadilha: se interromper a alta de juros agora, corre o risco de ver a inflação sair do controle, devido á alta do petróleo; se prosseguir com as altas, pode afetar o crescimento da economia do país, ao encarecer o crédito e inibir o consumo (motor da economia americana).
Com agências internacionais
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