25/06/2006
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16h27
da Folha de S.Paulo no Rio
A Globosat, empresa das Organizações Globo responsável pela ""Seleção do Faustão", declarou em nota que sua intenção ao lançar a série de prêmios é criar um mercado para a difusão de conteúdos informativos pela telefonia celular.
Segundo a nota, a Globosat e a Editora Globo desenvolveram um "produto jornalístico" para utilização em telefonia móvel: o boletim de notícias, produzido pelo SporTV, a respeito de fatos e curiosidades relativos às Copas do Mundo.
Para comercializar o produto, diz que foram contratadas empresas de telefonia celular em todo o território nacional.
"O que o usuário paga com os R$ 4,00 é apenas o recebimento do boletim semanal, não a ligação telefônica", afirmou a empresa.
Uma ligação por semana
Afirmou que, por iniciativa dos organizadores, os usuários só podem fazer uma ligação por semana.
A empresa afirma que os sorteios de prêmios (no total de R$ 12 milhões) são uma forma de promover a venda dos boletins e que são auditados pela Mattar & Associados e pela Caixa Econômica Federal.
A Globosat diz que seu objetivo foi também experimentar a convergência com as novas mídias e, por meio da interatividade, "criar um envolvimento maior com o tema Copa do Mundo".
Ela informou que, até sexta-feira, havia recebido 15 milhões de ligações e que prevê atingir entre 20 milhões e 25 milhões de ligações até o final da Copa. "Não há meta definida, pois é a primeira vez que realizamos uma promoção nesse formato", disse a empresa.
Sem lucro
A Globosat disse que contratou a TV Globo para produzir os vídeos e veicular as propagandas. Afirmou que a receita apurada com a venda dos boletins é gasta com a produção de filmes, compra de prêmios e de mídia (no caso, a própria TV Globo). "Provavelmente, não haverá lucro", afirmou a companhia.
Segundo a Globosat, como os boletins chegam aos usuários pelo telefone celular, um dos objetivos da promoção é criar um mercado para esse tipo de produto.
A empresa argumenta que está "ensinando e difundindo o uso da mensagem de texto como forma de aquisição de produtos através de aparelhos celulares". Por fim, diz que a decisão de compra é do consumidor.
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ELVIRA LOBATOda Folha de S.Paulo no Rio
A Globosat, empresa das Organizações Globo responsável pela ""Seleção do Faustão", declarou em nota que sua intenção ao lançar a série de prêmios é criar um mercado para a difusão de conteúdos informativos pela telefonia celular.
Segundo a nota, a Globosat e a Editora Globo desenvolveram um "produto jornalístico" para utilização em telefonia móvel: o boletim de notícias, produzido pelo SporTV, a respeito de fatos e curiosidades relativos às Copas do Mundo.
Para comercializar o produto, diz que foram contratadas empresas de telefonia celular em todo o território nacional.
"O que o usuário paga com os R$ 4,00 é apenas o recebimento do boletim semanal, não a ligação telefônica", afirmou a empresa.
Uma ligação por semana
Afirmou que, por iniciativa dos organizadores, os usuários só podem fazer uma ligação por semana.
A empresa afirma que os sorteios de prêmios (no total de R$ 12 milhões) são uma forma de promover a venda dos boletins e que são auditados pela Mattar & Associados e pela Caixa Econômica Federal.
A Globosat diz que seu objetivo foi também experimentar a convergência com as novas mídias e, por meio da interatividade, "criar um envolvimento maior com o tema Copa do Mundo".
Ela informou que, até sexta-feira, havia recebido 15 milhões de ligações e que prevê atingir entre 20 milhões e 25 milhões de ligações até o final da Copa. "Não há meta definida, pois é a primeira vez que realizamos uma promoção nesse formato", disse a empresa.
Sem lucro
A Globosat disse que contratou a TV Globo para produzir os vídeos e veicular as propagandas. Afirmou que a receita apurada com a venda dos boletins é gasta com a produção de filmes, compra de prêmios e de mídia (no caso, a própria TV Globo). "Provavelmente, não haverá lucro", afirmou a companhia.
Segundo a Globosat, como os boletins chegam aos usuários pelo telefone celular, um dos objetivos da promoção é criar um mercado para esse tipo de produto.
A empresa argumenta que está "ensinando e difundindo o uso da mensagem de texto como forma de aquisição de produtos através de aparelhos celulares". Por fim, diz que a decisão de compra é do consumidor.
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