12/07/2006
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20h22
da Folha Online, no Rio
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que o crescimento da indústria brasileira, que alcançou em maio a maior expansão do ano (1,6%), não altera as perspectivas de projeção do PIB para 2006.
Segundo ele, a atividade da indústria deve retroceder em junho em razão da Copa do Mundo que reduziu o número de dias úteis, o que deve contrabalançar o bom desempenho.
"Foi um bom resultado, mas eu não ousaria fazer uma projeção de um crescimento ainda maior do que 4,0% ou 4,5%, que é muito bom", afirmou.
O ministro esteve reunido hoje com empresários na sede da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para estudar medidas de desburocratização e incremento de infra-estrutura, segurança, entre outras coisas.
Mantega afirmou que a inflação deve terminar o ano entre 3,8% e 4%, com o diferencial de "a economia estar em expansão" e que a Selic --taxa básica de juros-- segue o mesmo movimento.
"A trajetória [da Selic] é de redução e ela é proporcional à trajetória da inflação. A inflação está numa trajetória descendente e a taxa Selic também. Eu não gosto de me pronunciar sobre o comportamento do Copom (Comitê de Política Monetária), mas acho que vocês têm dados para deduzir e análises abundantes nos jornais para saber qual é a tendência da taxa de juros no Brasil."
O ministro negou que exista um descontrole dos gastos públicos e disse que as eleições não estiveram na pauta de conversas com os empresários. "Ninguém falou em política."
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o ministro Mantega
Mantega mantém previsão de PIB entre 4,0% e 4,5%
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CLARICE SPITZda Folha Online, no Rio
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que o crescimento da indústria brasileira, que alcançou em maio a maior expansão do ano (1,6%), não altera as perspectivas de projeção do PIB para 2006.
Segundo ele, a atividade da indústria deve retroceder em junho em razão da Copa do Mundo que reduziu o número de dias úteis, o que deve contrabalançar o bom desempenho.
"Foi um bom resultado, mas eu não ousaria fazer uma projeção de um crescimento ainda maior do que 4,0% ou 4,5%, que é muito bom", afirmou.
O ministro esteve reunido hoje com empresários na sede da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para estudar medidas de desburocratização e incremento de infra-estrutura, segurança, entre outras coisas.
Mantega afirmou que a inflação deve terminar o ano entre 3,8% e 4%, com o diferencial de "a economia estar em expansão" e que a Selic --taxa básica de juros-- segue o mesmo movimento.
"A trajetória [da Selic] é de redução e ela é proporcional à trajetória da inflação. A inflação está numa trajetória descendente e a taxa Selic também. Eu não gosto de me pronunciar sobre o comportamento do Copom (Comitê de Política Monetária), mas acho que vocês têm dados para deduzir e análises abundantes nos jornais para saber qual é a tendência da taxa de juros no Brasil."
O ministro negou que exista um descontrole dos gastos públicos e disse que as eleições não estiveram na pauta de conversas com os empresários. "Ninguém falou em política."
Especial

