11/08/2006
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11h30
da Folha Online
A Bovespa começou a sexta-feira em leve mas, após a abertura do mercado em Wall Street, passou a recuar. Às 11h06, tinha baixa de 0,56%, aos 37.141 pontos.
A Bolsa de Nova York caía 0,32%, para 11.088,59 pontos, e a Nasdaq (que reúne ações de empresas de tecnologia) recuava 0,34%, a 2.064,62 pontos. A preocupação crônica com o rumo da economia dos Estados Unidos e as pressões inflacionárias, as quais podem obrigar o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) a voltar a elevar os juros depois de ter feito uma pausa nesta semana.
Os preços do petróleo voltavam a subir depois da baixa de ontem --o barril avançava 0,51%, para US$ 74,38. Pesava sobre o mercado americano, ainda, a notícia de que a Apple vai fazer importantes alterações no último balanço trimestral, aumentando receitas e despesas.
O dólar comercial ficava estável, vendido a R$ 2,16, enquanto o risco-país também se mantinha em 207 pontos.
A atuação do Banco Central no câmbio, com leilões praticamente diários de compra de divisas, tem impedido a maior queda das cotações. Não fosse isso, dizem analistas, a moeda americana já estaria abaixo dos R$ 2,10. No curto prazo, deve oscilar entre R$ 2,15 e R$ 2,20.
Embora a decisão do Fed em manter a taxa de juros em 5,25% ao ano seja favorável para o mercado brasileiro, possibilitando que parte dos recursos que deixaram o país nos últimos meses comecem a voltar, a incerteza sobre a trajetória dos juros permanece. Por isso, alguma volatilidade ainda é esperada.
Paralelo e turismo
O dólar paralelo ficava estável a R$ 2,40 e o turismo se mantinha a R$ 2,26.
Especial
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Bovespa abre em alta mas inverte com mau humor em NY; dólar fica estável
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DENYSE GODOYda Folha Online
A Bovespa começou a sexta-feira em leve mas, após a abertura do mercado em Wall Street, passou a recuar. Às 11h06, tinha baixa de 0,56%, aos 37.141 pontos.
A Bolsa de Nova York caía 0,32%, para 11.088,59 pontos, e a Nasdaq (que reúne ações de empresas de tecnologia) recuava 0,34%, a 2.064,62 pontos. A preocupação crônica com o rumo da economia dos Estados Unidos e as pressões inflacionárias, as quais podem obrigar o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) a voltar a elevar os juros depois de ter feito uma pausa nesta semana.
Os preços do petróleo voltavam a subir depois da baixa de ontem --o barril avançava 0,51%, para US$ 74,38. Pesava sobre o mercado americano, ainda, a notícia de que a Apple vai fazer importantes alterações no último balanço trimestral, aumentando receitas e despesas.
O dólar comercial ficava estável, vendido a R$ 2,16, enquanto o risco-país também se mantinha em 207 pontos.
A atuação do Banco Central no câmbio, com leilões praticamente diários de compra de divisas, tem impedido a maior queda das cotações. Não fosse isso, dizem analistas, a moeda americana já estaria abaixo dos R$ 2,10. No curto prazo, deve oscilar entre R$ 2,15 e R$ 2,20.
Embora a decisão do Fed em manter a taxa de juros em 5,25% ao ano seja favorável para o mercado brasileiro, possibilitando que parte dos recursos que deixaram o país nos últimos meses comecem a voltar, a incerteza sobre a trajetória dos juros permanece. Por isso, alguma volatilidade ainda é esperada.
Paralelo e turismo
O dólar paralelo ficava estável a R$ 2,40 e o turismo se mantinha a R$ 2,26.
Especial

