15/08/2006
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11h06
do Agora
O uso do crédito consignado (com desconto na folha de pagamento) para compra de imóveis deve ser liberado primeiramente para os sub-oficiais do Exército.
Representantes do Ministério das Cidades, pasta encarregada pelo setor de habitação, e membros do Ministério da Defesa se reuniram ontem, em Brasília, para definir as regras da nova modalidade de financiamento da casa própria.
Reuniões com representantes da Aeronáutica e da Marinha estão sendo programadas. O governo espera anunciar as mudanças nos próximos dias.
A criação de um financiamento com parcelas fixas também é aguardada. Esta forma excluiria dos juros dos financiamentos feitos pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) o acréscimo da TR (Taxa Referencial) --hoje em cerca de 3% ao ano.
Ontem, a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, e o chefe do Departamento de Construções do Exército, general Enzo Peri, discutiram com representantes da Caixa Econômica Federal os meios de oferecer crédito aos oficiais.
No caso específico do Exército, a idéia é oferecer o crédito consignado aos militares de patentes até suboficial, com até seis salários mínimos. Segundo declarou o ministro das Cidades, Márcio Fortes, o financiamento com desconto em folha faria parte de um PAR (Programa de Arrendamento Residencial). No programa, o aluguel pago pelos militares valeria também como prestação na compra da casa.
Para o ministro, algumas alterações na legislação do crédito consignado para militares ainda têm de ser modificadas para que a nova modalidade de financiamento possa ser posta em prática. O aumento da porcentagem do salário a ser comprometido é uma das alterações. "Precisamos aumentar esse valor para dar viabilidade ao projeto", disse ele à Agência Brasil.
A expectativa é que os próximos a serem beneficiados serão os funcionários públicos e só depois os trabalhadores do setor privado. O ministérios das Cidades e da Fazenda, responsáveis pela elaboração das medidas, disseram que o uso do consignado nos financiamentos imobiliários ainda está sob estudo.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre crédito consignado
Militares terão acesso antes a crédito consignado para casa própria
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VINICIUS KONCHINSKIdo Agora
O uso do crédito consignado (com desconto na folha de pagamento) para compra de imóveis deve ser liberado primeiramente para os sub-oficiais do Exército.
Representantes do Ministério das Cidades, pasta encarregada pelo setor de habitação, e membros do Ministério da Defesa se reuniram ontem, em Brasília, para definir as regras da nova modalidade de financiamento da casa própria.
Reuniões com representantes da Aeronáutica e da Marinha estão sendo programadas. O governo espera anunciar as mudanças nos próximos dias.
A criação de um financiamento com parcelas fixas também é aguardada. Esta forma excluiria dos juros dos financiamentos feitos pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) o acréscimo da TR (Taxa Referencial) --hoje em cerca de 3% ao ano.
Ontem, a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, e o chefe do Departamento de Construções do Exército, general Enzo Peri, discutiram com representantes da Caixa Econômica Federal os meios de oferecer crédito aos oficiais.
No caso específico do Exército, a idéia é oferecer o crédito consignado aos militares de patentes até suboficial, com até seis salários mínimos. Segundo declarou o ministro das Cidades, Márcio Fortes, o financiamento com desconto em folha faria parte de um PAR (Programa de Arrendamento Residencial). No programa, o aluguel pago pelos militares valeria também como prestação na compra da casa.
Para o ministro, algumas alterações na legislação do crédito consignado para militares ainda têm de ser modificadas para que a nova modalidade de financiamento possa ser posta em prática. O aumento da porcentagem do salário a ser comprometido é uma das alterações. "Precisamos aumentar esse valor para dar viabilidade ao projeto", disse ele à Agência Brasil.
A expectativa é que os próximos a serem beneficiados serão os funcionários públicos e só depois os trabalhadores do setor privado. O ministérios das Cidades e da Fazenda, responsáveis pela elaboração das medidas, disseram que o uso do consignado nos financiamentos imobiliários ainda está sob estudo.
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