29/08/2006
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16h13
da Folha Online, em Brasília
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) espera que o crescimento da economia no segundo trimestre seja menor que o primeiro, mas acredita em uma aceleração até o final do ano. Por conta disso, ele mantém a previsão de crescimento para este ano entre 4% e 4,5%.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga na próxima quinta-feira o crescimento do PIB (Produto INterno Bruto) do segundo trimestre. No primeiro, o país cresceu 1,4% ante o trimestre anterior.
"A nossa expectativa é que no segundo trimestre nós tenhamos um desempenho menor que no primeiro, mas também no terceiro e no quarto trimestres novamente a economia se acelere. Por isso a nossa previsão continua a mesma, que é um crescimento da ordem de 4%, 4,5% neste ano", disse, antes de participar da reunião mensal do CMN (Conselho Monetário Nacional).
A previsão dos analistas do mercado financeiro é que o PIB cresça neste ano 3,5% e que no segundo trimestre algo em torno de 1,2%. "Acho que essas previsões todas são muito improvisadas. Eu diria até que meio no chute."
O ministro disse ainda que até a próxima semana o governo já terá finalizado as medidas para estimular a redução do spread bancário e incentivar o crédito imobiliário. O anúncio será feita na reunião extraordinário do CMN, no dia 5.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o PIB brasileiro
Crescimento no segundo trimestre deve ser menor que no primeiro, diz ministro
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ANA PAULA RIBEIROda Folha Online, em Brasília
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) espera que o crescimento da economia no segundo trimestre seja menor que o primeiro, mas acredita em uma aceleração até o final do ano. Por conta disso, ele mantém a previsão de crescimento para este ano entre 4% e 4,5%.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga na próxima quinta-feira o crescimento do PIB (Produto INterno Bruto) do segundo trimestre. No primeiro, o país cresceu 1,4% ante o trimestre anterior.
"A nossa expectativa é que no segundo trimestre nós tenhamos um desempenho menor que no primeiro, mas também no terceiro e no quarto trimestres novamente a economia se acelere. Por isso a nossa previsão continua a mesma, que é um crescimento da ordem de 4%, 4,5% neste ano", disse, antes de participar da reunião mensal do CMN (Conselho Monetário Nacional).
A previsão dos analistas do mercado financeiro é que o PIB cresça neste ano 3,5% e que no segundo trimestre algo em torno de 1,2%. "Acho que essas previsões todas são muito improvisadas. Eu diria até que meio no chute."
O ministro disse ainda que até a próxima semana o governo já terá finalizado as medidas para estimular a redução do spread bancário e incentivar o crédito imobiliário. O anúncio será feita na reunião extraordinário do CMN, no dia 5.
Especial


