13/09/2006
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20h49
da Folha Online, em Brasília
O governo pretende distribuir em consignação (empréstimo com garantia de devolução) até o fim deste ano novos canais para que as geradoras de TV de São Paulo iniciem a implantação da TV digital.
As geradoras de TV interessadas na digitalização deverão solicitar os novos canais durante o mês de outubro, de acordo com a proposta de cronograma da implantação da TV digital que está sendo elaborada pelo Ministério das Comunicações, e que será discutida na próxima segunda-feira, em reunião no Palácio do Planalto. As emissoras poderão utilizar o canal adicional até o desligamento do sistema analógico, o que levará dez anos.
Segundo o secretário de Telecomunicações do ministério, Roberto Pinto Martins, responsável pela elaboração do cronograma, a proposta prevê que a implantação ocorra somente na capital paulista durante o primeiro ano, e a partir de outubro do ano que vem as geradoras das demais capitais solicitem os canais digitais. Após a digitalização das geradoras, as retransmissoras poderão ser digitalizadas.
A portaria definindo os prazos para a consignação dos canais para cada tipo de TV em todo o país deverá ser publicada na próxima semana, segundo o secretário.
A expectativa do ministro das Comunicações, Hélio Costa, é a de que as primeiras transmissões sejam realizadas até o fim de 2007 em São Paulo.
Ao longo do primeiro ano, antes da implantação nas demais capitais, serão feitos testes, avaliações de sinal e de operação, que servirão como parâmetro para levar a TV digital ao restante do país.
Ele explicou que o cronograma será discutido com setor (fabricantes de transmissores, de receptores e emissoras de TV) antes de ser publicado de forma que seja compatível com a capacidade da indústria de fornecer equipamentos e de fazer os investimentos necessários.
O país tem hoje cerca de 400 geradoras de TV no país, e quase 10 mil retransmissoras, que deverão ser digitalizadas nos próximos anos.
Segundo Costa, nada impede que o cronograma seja antecipado, desde que haja condições técnicas de avaliar os processos e estudos técnicos no ministério e de investimento pelas empresas.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a TV digital
Governo quer distribuir canais de TV digital para São Paulo até dezembro
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PATRICIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
O governo pretende distribuir em consignação (empréstimo com garantia de devolução) até o fim deste ano novos canais para que as geradoras de TV de São Paulo iniciem a implantação da TV digital.
As geradoras de TV interessadas na digitalização deverão solicitar os novos canais durante o mês de outubro, de acordo com a proposta de cronograma da implantação da TV digital que está sendo elaborada pelo Ministério das Comunicações, e que será discutida na próxima segunda-feira, em reunião no Palácio do Planalto. As emissoras poderão utilizar o canal adicional até o desligamento do sistema analógico, o que levará dez anos.
Segundo o secretário de Telecomunicações do ministério, Roberto Pinto Martins, responsável pela elaboração do cronograma, a proposta prevê que a implantação ocorra somente na capital paulista durante o primeiro ano, e a partir de outubro do ano que vem as geradoras das demais capitais solicitem os canais digitais. Após a digitalização das geradoras, as retransmissoras poderão ser digitalizadas.
A portaria definindo os prazos para a consignação dos canais para cada tipo de TV em todo o país deverá ser publicada na próxima semana, segundo o secretário.
A expectativa do ministro das Comunicações, Hélio Costa, é a de que as primeiras transmissões sejam realizadas até o fim de 2007 em São Paulo.
Ao longo do primeiro ano, antes da implantação nas demais capitais, serão feitos testes, avaliações de sinal e de operação, que servirão como parâmetro para levar a TV digital ao restante do país.
Ele explicou que o cronograma será discutido com setor (fabricantes de transmissores, de receptores e emissoras de TV) antes de ser publicado de forma que seja compatível com a capacidade da indústria de fornecer equipamentos e de fazer os investimentos necessários.
O país tem hoje cerca de 400 geradoras de TV no país, e quase 10 mil retransmissoras, que deverão ser digitalizadas nos próximos anos.
Segundo Costa, nada impede que o cronograma seja antecipado, desde que haja condições técnicas de avaliar os processos e estudos técnicos no ministério e de investimento pelas empresas.
Especial


