18/09/2006
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19h18
da Folha Online, em Brasília
Interessado em reabrir as negociações com a Bolívia e evitar o confisco das receitas das refinarias, o Brasil aposta na negociação para garantir os interesses da Petrobras no país vizinho. No Brasil, a aposta do governo é de negociação, mesmo diante do discurso do novo ministro, de que aplicará rigorosamente o decreto de nacionalização das reservas de petróleo e gás no país, e que a Petrobras não 'dobrará' os bolivianos.
Isso porque, depois da queda de Soliz Rada, na sexta-feira, o governo boliviano anunciou hoje a retomada do diálogo com as petrolíferas estrangeiras, com uma "ampla disposição para o diálogo e força para que as empresas respeitem [o decreto de nacionalização, editado maio]", segundo Villegas.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, preferiu não comentar a mudança no comando do ministério de Hidrocarbonetos da Bolívia. A assessoria de imprensa do ministério informou que o ministro combinou com o governo da Bolívia que não negociará pela imprensa, e assim como o ministro conversava com o ex-ministro Andrés Soliz Rada, continuará negociando com o novo ministro, Carlos Villegas Quiroga.
Na semana passada o próprio ministro Rondeau criticou o rompimento desse acordo por parte da Bolívia, ao tomar conhecimento da resolução ministerial que transformava a Petrobras em uma prestadora de serviços e confiscava o fluxo de caixa da estatal brasileira, pelos jornais.
Depois de uma forte reação do governo brasileiro pela imprensa, e também com o cancelamento de uma missão que levaria Rondeau e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a La Paz, o vice-presidente da Bolívia, Álvaro Garcia Linera anunciou a suspensão dos efeitos da medida. No dia seguinte, o próprio presidente Evo Morales confirmou a decisão.
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PATRÍCIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
Interessado em reabrir as negociações com a Bolívia e evitar o confisco das receitas das refinarias, o Brasil aposta na negociação para garantir os interesses da Petrobras no país vizinho. No Brasil, a aposta do governo é de negociação, mesmo diante do discurso do novo ministro, de que aplicará rigorosamente o decreto de nacionalização das reservas de petróleo e gás no país, e que a Petrobras não 'dobrará' os bolivianos.
Isso porque, depois da queda de Soliz Rada, na sexta-feira, o governo boliviano anunciou hoje a retomada do diálogo com as petrolíferas estrangeiras, com uma "ampla disposição para o diálogo e força para que as empresas respeitem [o decreto de nacionalização, editado maio]", segundo Villegas.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, preferiu não comentar a mudança no comando do ministério de Hidrocarbonetos da Bolívia. A assessoria de imprensa do ministério informou que o ministro combinou com o governo da Bolívia que não negociará pela imprensa, e assim como o ministro conversava com o ex-ministro Andrés Soliz Rada, continuará negociando com o novo ministro, Carlos Villegas Quiroga.
Na semana passada o próprio ministro Rondeau criticou o rompimento desse acordo por parte da Bolívia, ao tomar conhecimento da resolução ministerial que transformava a Petrobras em uma prestadora de serviços e confiscava o fluxo de caixa da estatal brasileira, pelos jornais.
Depois de uma forte reação do governo brasileiro pela imprensa, e também com o cancelamento de uma missão que levaria Rondeau e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a La Paz, o vice-presidente da Bolívia, Álvaro Garcia Linera anunciou a suspensão dos efeitos da medida. No dia seguinte, o próprio presidente Evo Morales confirmou a decisão.
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