27/10/2006
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12h42
da Folha Online, em Brasília
O governo brasileiro continua otimista para firmar até este sábado acordo com a Bolívia como forma de evitar a expulsão da Petrobras do país vizinho.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta sexta-feira que sente uma atitude 'mais pragmática' dos bolivianos em busca de um acordo.
'A conversa é técnica, mas há contratos em jogo. Diante de uma realidade nova, o importante é que as condições sejam adequadas. Para nós, um acordo tem que se basear na negociação e ser bom para os dois', disse.
Amorim rebateu as críticas de que o governo brasileiro esteja em busca do acordo para evitar prejuízos à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. 'Não é por causa das eleições', rebateu.
O governo boliviano estabeleceu o dia 28 de outubro como a data final para que as companhias brasileiras no país se adeqüem ao decreto de nacionalização de petróleo e gás imposto no país. Se não houver acordo, o governo de Evo Morales ameaça expulsar a Petrobras do país.
A Petrobras Bolívia é apenas uma das dez empresas petrolíferas multinacionais que precisam assinar um acordo com o governo Morales até a meia-noite de sábado, quando expiram os 180 dias de transição previstos pelo decreto de nacionalização. São, ao todo, 77 contratos de exploração de gás e petróleo em revisão. Devido ao atraso, o governo já admite assinar acordos parciais.
A expectativa do governo brasileiro é firmar um acordo parcial amanhã e prosseguir as negociações até que a Petrobras se adeqüe ao decreto de nacionalização. 'Os sinais são no sentido de que estão querendo negociar', resumiu Amorim.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre as negociações com a Bolívia
Amorim vê atitude "mais pragmática" da Bolívia em negociações
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GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
O governo brasileiro continua otimista para firmar até este sábado acordo com a Bolívia como forma de evitar a expulsão da Petrobras do país vizinho.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta sexta-feira que sente uma atitude 'mais pragmática' dos bolivianos em busca de um acordo.
'A conversa é técnica, mas há contratos em jogo. Diante de uma realidade nova, o importante é que as condições sejam adequadas. Para nós, um acordo tem que se basear na negociação e ser bom para os dois', disse.
Amorim rebateu as críticas de que o governo brasileiro esteja em busca do acordo para evitar prejuízos à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. 'Não é por causa das eleições', rebateu.
O governo boliviano estabeleceu o dia 28 de outubro como a data final para que as companhias brasileiras no país se adeqüem ao decreto de nacionalização de petróleo e gás imposto no país. Se não houver acordo, o governo de Evo Morales ameaça expulsar a Petrobras do país.
A Petrobras Bolívia é apenas uma das dez empresas petrolíferas multinacionais que precisam assinar um acordo com o governo Morales até a meia-noite de sábado, quando expiram os 180 dias de transição previstos pelo decreto de nacionalização. São, ao todo, 77 contratos de exploração de gás e petróleo em revisão. Devido ao atraso, o governo já admite assinar acordos parciais.
A expectativa do governo brasileiro é firmar um acordo parcial amanhã e prosseguir as negociações até que a Petrobras se adeqüe ao decreto de nacionalização. 'Os sinais são no sentido de que estão querendo negociar', resumiu Amorim.
Especial

