08/11/2006
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17h19
da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que "não está preocupado" com a queda de 1,4% da indústria brasileira em setembro.
O resultado, divulgado ontem pelo IBGE, surpreendeu analistas econômicos, que agora já consideram como teto um crescimento de 3% para o PIB (Produto Interno Bruto) do país neste ano.
Durante conferência sobre educação, em Brasília, Lula minimizou a retração da indústria.
"Eu não estou preocupado com isso. Os números são de setembro e se você verificar, a indústria automobilística já recuperou 10%. (...) A gente não pode ficar assustado porque num mês cresceu menos e no outro cresceu mais. Estou convencido de que as coisas estão preparadas para crescer mais do que estamos habituados", disse.
Ontem, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, já havia afirmado não acreditar que o resultado de setembro seja uma tendência para os próximos meses.
Lula, entretanto, foi cauteloso e disse que não trabalha com uma meta de crescimento de 5% para o próximo ano --ao contrário do que afirmava na campanha eleitoral.
Nas últimas semanas o ministro Guido Mantega (Fazenda) chegou a afirmar que o crescimento da economia poderia chegar até mesmo a 6% em 2007.
'Não tenho [meta]. Tenho o compromisso de fazer a economia crescer e vou fazê-la', disse Lula em entrevista.
O presidente disse que "trabalha todo santo dia" com os ministros para garantir os investimentos em infra-estrutura que permitam o crescimento do país.
"Quero ver se anuncio medidas antes da posse. Estou me reunindo com os ministros para a gente ver a questão da infra-estrutura, onde estão as dificuldades, os problemas de licenciamento prévio, de recursos porque quero anunciar as medidas ainda neste mês", disse.
Lula diz que "não está preocupado" com retração da indústria
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que "não está preocupado" com a queda de 1,4% da indústria brasileira em setembro.
O resultado, divulgado ontem pelo IBGE, surpreendeu analistas econômicos, que agora já consideram como teto um crescimento de 3% para o PIB (Produto Interno Bruto) do país neste ano.
Durante conferência sobre educação, em Brasília, Lula minimizou a retração da indústria.
"Eu não estou preocupado com isso. Os números são de setembro e se você verificar, a indústria automobilística já recuperou 10%. (...) A gente não pode ficar assustado porque num mês cresceu menos e no outro cresceu mais. Estou convencido de que as coisas estão preparadas para crescer mais do que estamos habituados", disse.
Ontem, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, já havia afirmado não acreditar que o resultado de setembro seja uma tendência para os próximos meses.
Lula, entretanto, foi cauteloso e disse que não trabalha com uma meta de crescimento de 5% para o próximo ano --ao contrário do que afirmava na campanha eleitoral.
Nas últimas semanas o ministro Guido Mantega (Fazenda) chegou a afirmar que o crescimento da economia poderia chegar até mesmo a 6% em 2007.
'Não tenho [meta]. Tenho o compromisso de fazer a economia crescer e vou fazê-la', disse Lula em entrevista.
O presidente disse que "trabalha todo santo dia" com os ministros para garantir os investimentos em infra-estrutura que permitam o crescimento do país.
"Quero ver se anuncio medidas antes da posse. Estou me reunindo com os ministros para a gente ver a questão da infra-estrutura, onde estão as dificuldades, os problemas de licenciamento prévio, de recursos porque quero anunciar as medidas ainda neste mês", disse.

