09/11/2006
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09h48
A Petrobras e YPFB (estatal boliviana) decidiram ontem estender as negociações sobre o preço do gás importado da Bolívia por mais 30 dias.
A etapa de negociações sobre o pedido de revisão da cláusula de preços do Contrato de Compra e Venda de Gás (GSA) deveriam ser concluídas na próxima sexta-feira.
Segundo a Petrobras, a decisão "permite que as empresas dêem continuidade aos esforços na busca de soluções mutuamente aceitáveis para o tema em discussão".
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse em entrevista à Folha nesta semana que o preço do gás está defasado e precisa ser 'reavaliado', independentemente dos problemas enfrentados com a Bolívia.
Essa 'reavaliação' seria a forma para frear o aumento do consumo. Segundo a estatal, a demanda brasileira de gás natural cresce cerca de 17% ao ano.
A estatal informou que manteve os preços do gás vendido às distribuidoras estaduais estáveis entre 2003 e 2005, como forma de incentivar o consumo e ampliar o mercado do combustível.
A Petrobras importa hoje da Bolívia cerca de 25 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O preço do produto passou para US$ 3,7 ou US$ 4,6 por milhão de BTU, dependendo do volume importado. O próximo reajuste trimestral estabelecido em contrato está marcado para janeiro.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o gás da Bolívia
Petrobras e YPFB prorrogam negociações sobre preço do gás
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da Folha Online, no RioA Petrobras e YPFB (estatal boliviana) decidiram ontem estender as negociações sobre o preço do gás importado da Bolívia por mais 30 dias.
A etapa de negociações sobre o pedido de revisão da cláusula de preços do Contrato de Compra e Venda de Gás (GSA) deveriam ser concluídas na próxima sexta-feira.
Segundo a Petrobras, a decisão "permite que as empresas dêem continuidade aos esforços na busca de soluções mutuamente aceitáveis para o tema em discussão".
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse em entrevista à Folha nesta semana que o preço do gás está defasado e precisa ser 'reavaliado', independentemente dos problemas enfrentados com a Bolívia.
Essa 'reavaliação' seria a forma para frear o aumento do consumo. Segundo a estatal, a demanda brasileira de gás natural cresce cerca de 17% ao ano.
A estatal informou que manteve os preços do gás vendido às distribuidoras estaduais estáveis entre 2003 e 2005, como forma de incentivar o consumo e ampliar o mercado do combustível.
A Petrobras importa hoje da Bolívia cerca de 25 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O preço do produto passou para US$ 3,7 ou US$ 4,6 por milhão de BTU, dependendo do volume importado. O próximo reajuste trimestral estabelecido em contrato está marcado para janeiro.
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