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22/01/2007
-
20h03
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
O governo ampliou a isenção fiscal dada a compra de computadores de mesa (desktops) e notebooks. Serão beneficiados agora os equipamentos que custem até R$ 4.000. A medida também faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e representa uma renúncia fiscal de R$ 200 milhões.
Os computadores até esse valor terão isenção de PIS e Cofins (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os limites anteriores eram de R$ 2.500 para desktops e R$ 3.000 para notebooks. Na prática, a medida reduz o preço dessas máquinas.
A isenção foi dada pela primeira vez no final de 2005, quando a 'MP do Bem' virou lei. A medida possibilitou a redução do chamado 'mercado cinza', que inclui os computadores contrabandeados, e o aumento da produção nacional.
A estimativa do Ministério do Desenvolvimento é que sejam fabricados em 2007 9,5 milhões de computadores, o triplo do registrado em 2002.
O aumento do limite deverá beneficiar principalmente empresas, que precisam de computadores que proporcionem melhor desempenho.
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da Folha Online, em Brasília
O governo ampliou a isenção fiscal dada a compra de computadores de mesa (desktops) e notebooks. Serão beneficiados agora os equipamentos que custem até R$ 4.000. A medida também faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e representa uma renúncia fiscal de R$ 200 milhões.
Os computadores até esse valor terão isenção de PIS e Cofins (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os limites anteriores eram de R$ 2.500 para desktops e R$ 3.000 para notebooks. Na prática, a medida reduz o preço dessas máquinas.
A isenção foi dada pela primeira vez no final de 2005, quando a 'MP do Bem' virou lei. A medida possibilitou a redução do chamado 'mercado cinza', que inclui os computadores contrabandeados, e o aumento da produção nacional.
A estimativa do Ministério do Desenvolvimento é que sejam fabricados em 2007 9,5 milhões de computadores, o triplo do registrado em 2002.
O aumento do limite deverá beneficiar principalmente empresas, que precisam de computadores que proporcionem melhor desempenho.
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