24/01/2007
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20h53
A redução no ritmo de corte do juro básico da economia não agradou o segmento de comércio brasileiro. O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13% ao ano.
Nas cinco reuniões anteriores, os cortes foram de 0,5 ponto percentual na taxa.
A Fecomércio-RJ divulgou que vê "no PAC o direcionamento em prol de um ambiente mais amigável aos negócios, e entende que, por isso, a política monetária deveria ter referendado esse novo passo com uma queda maior da Selic".
"Essa rigidez na condução na política monetária e o esforço fiscal de nada adiantam enquanto não houver melhoria na eficiência dos gastos públicos. Nesse quesito e em tantas outras questões fundamentais, como o gargalo da Previdência Social, o Programa tocou muito superficialmente. Por isso, fica muito difícil acreditar que o país crescerá 4,5% ainda este ano", disse em nota o presidente da Fecomércio-RJ,
Orlando Diniz.
ACSP
O presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Guilherme Afif Domingos, disse que a decisão do Copom foi "contraditória.
"Lastimamos a decisão do Copom de reduzir em apenas 0,25% a taxa Selic, uma vez que todas as estimativas para a inflação apontam resultados abaixo da meta. Os próprios indicadores de inflação futura, como o câmbio, estão controlados. Até mesmo a estimativa para a safra agrícola é bastante positiva. Lamentamos que o Banco Central retire o pouco otimismo do mercado, uma vez que, há tão pouco tempo, o governo anunciou um plano para acelerar o crescimento", afirmou.
Fecormercio-SP
Na avaliação do presidente da Fecormercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), Abram Szajman, o corte anunciado hoje pelo Copom na Selic "é insuficiente para alavancar a atividade comercial e a economia".
"Embora as reduções efetuadas na taxa de juros, desde o fim de 2005, tenham colocado a Selic na trajetória correta, o custo da dívida pública no Brasil é ainda muito elevado. Além disso, a taxa parece super dimensionada quanto ao cumprimento da meta inflacionária para este ano", afirmou.
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da Folha OnlineA redução no ritmo de corte do juro básico da economia não agradou o segmento de comércio brasileiro. O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13% ao ano.
Nas cinco reuniões anteriores, os cortes foram de 0,5 ponto percentual na taxa.
A Fecomércio-RJ divulgou que vê "no PAC o direcionamento em prol de um ambiente mais amigável aos negócios, e entende que, por isso, a política monetária deveria ter referendado esse novo passo com uma queda maior da Selic".
"Essa rigidez na condução na política monetária e o esforço fiscal de nada adiantam enquanto não houver melhoria na eficiência dos gastos públicos. Nesse quesito e em tantas outras questões fundamentais, como o gargalo da Previdência Social, o Programa tocou muito superficialmente. Por isso, fica muito difícil acreditar que o país crescerá 4,5% ainda este ano", disse em nota o presidente da Fecomércio-RJ,
Orlando Diniz.
ACSP
O presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Guilherme Afif Domingos, disse que a decisão do Copom foi "contraditória.
"Lastimamos a decisão do Copom de reduzir em apenas 0,25% a taxa Selic, uma vez que todas as estimativas para a inflação apontam resultados abaixo da meta. Os próprios indicadores de inflação futura, como o câmbio, estão controlados. Até mesmo a estimativa para a safra agrícola é bastante positiva. Lamentamos que o Banco Central retire o pouco otimismo do mercado, uma vez que, há tão pouco tempo, o governo anunciou um plano para acelerar o crescimento", afirmou.
Fecormercio-SP
Na avaliação do presidente da Fecormercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), Abram Szajman, o corte anunciado hoje pelo Copom na Selic "é insuficiente para alavancar a atividade comercial e a economia".
"Embora as reduções efetuadas na taxa de juros, desde o fim de 2005, tenham colocado a Selic na trajetória correta, o custo da dívida pública no Brasil é ainda muito elevado. Além disso, a taxa parece super dimensionada quanto ao cumprimento da meta inflacionária para este ano", afirmou.
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