12/02/2007
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18h21
da Folha Online, no Rio
Os investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para os setores de petróleo e gás, energia elétrica, ferrovias, saneamento e habitação podem significar um aumento de 2,2 pontos percentuais à FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo) até 2010.
Juntos, esses setores correspondem a 82% do total de R$ 503,9 bilhões do programa.
Estimativas indicam que a taxa de investimento deve fechar 2006 em 20,5% do PIB. Se os cálculos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) se confirmarem para esses cinco setores, a FBCF deve alcançar 22,7% do PIB em 2010.
O chefe da Secretaria de Assuntos Econômicos do BNDES, Ernani Torres, afirmou que a participação dos investimentos desses cinco setores entre 2002 e 2005 correspondeu em média à 2,38% do PIB. Com as medidas anunciadas pelo governo, a taxa média dos investimentos poderia praticamente dobrar para 4,54% entre 2007 e 2010.
'Se o governo sozinho está fazendo esse esforço de ampliação do investimento, quer seja pelas empresas, quer pelo lado fiscal, quer seja pelo crédito, o efeito de arraste que isso tem sobre o resto da economia é muito bom', disse ele.
Torres enfatizou que o aumento de investimentos para área de saneamento têm um papel fundamental na redução de desigualdades regionais. No Norte do país, apenas 8% das residências têm rede coletiva de esgoto. No Sudeste, por outro lado, esse percentual chega a 84%.
Segundo o BNDES, as medidas do PAC resultam em um aumento de 362% para a geração de energia elétrica. Para a habitação, o acréscimo é de 215%. A transmissão de energia terá um aumento de 110% de seus investimentos, enquanto o saneamento, 145% e petróleo e gás, 80%.
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CLARICE SPITZda Folha Online, no Rio
Os investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para os setores de petróleo e gás, energia elétrica, ferrovias, saneamento e habitação podem significar um aumento de 2,2 pontos percentuais à FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo) até 2010.
Juntos, esses setores correspondem a 82% do total de R$ 503,9 bilhões do programa.
Estimativas indicam que a taxa de investimento deve fechar 2006 em 20,5% do PIB. Se os cálculos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) se confirmarem para esses cinco setores, a FBCF deve alcançar 22,7% do PIB em 2010.
O chefe da Secretaria de Assuntos Econômicos do BNDES, Ernani Torres, afirmou que a participação dos investimentos desses cinco setores entre 2002 e 2005 correspondeu em média à 2,38% do PIB. Com as medidas anunciadas pelo governo, a taxa média dos investimentos poderia praticamente dobrar para 4,54% entre 2007 e 2010.
'Se o governo sozinho está fazendo esse esforço de ampliação do investimento, quer seja pelas empresas, quer pelo lado fiscal, quer seja pelo crédito, o efeito de arraste que isso tem sobre o resto da economia é muito bom', disse ele.
Torres enfatizou que o aumento de investimentos para área de saneamento têm um papel fundamental na redução de desigualdades regionais. No Norte do país, apenas 8% das residências têm rede coletiva de esgoto. No Sudeste, por outro lado, esse percentual chega a 84%.
Segundo o BNDES, as medidas do PAC resultam em um aumento de 362% para a geração de energia elétrica. Para a habitação, o acréscimo é de 215%. A transmissão de energia terá um aumento de 110% de seus investimentos, enquanto o saneamento, 145% e petróleo e gás, 80%.
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