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28/02/2007 - 13h18

PIB tem mesmo crescimento nos primeiros mandatos de Lula e FHC

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CLARICE SPITZ
da Folha Online, no Rio

A economia brasileira apresentou nos quatro anos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva uma expansão média no mesmo patamar da registrada no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso.

O PIB brasileiro cresceu a uma média anual de 2,6% entre 2003 e 2006, assim como no primeiro governo FHC (1995-1998). Já no segundo mandato de FHC a expansão da economia foi de 2,1% ao ano.

O PIB per capita durante os quatro primeiros anos de governo de Lula ficou em 1,2% em média. Já no segundo mandato de FHC, foi de apenas 0,6%. No primeiro mandato de FHC, ficou em 1,0%.

A gerente das Contas Nacionais do IBGE, Rebeca de Palis, disse porém, que o PIB per capita maior do governo do petista se deve ao fato de as taxas de crescimento populacional estarem desacelerando nos últimos anos.

Nos últimos dez anos, a economia brasileira cresce em média a uma taxa de 2,2% ao ano. Já o PIB per capita registra uma média de crescimento de 0,7% ao ano.

2006

A economia brasileira registrou em 2006 uma expansão de 2,9%, acima do apurado em 2005 (2,3%) segundo dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A alta do PIB brasileiro no ano passado representa cerca da metade do crescimento econômico mundial, que foi de 5,1%, segundo estimativas do FMI (Fundo Monetário Internacional). Além disso, também é pouco mais da metade do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a prometer para 2006: 5%.

O IBGE também fez revisões em alguns dos resultados dos PIBs dos últimos trimestres: o resultado do terceiro trimestre do ano passado em relação ao segundo foi de crescimento de 0,8% (contra um dado inicial de 0,5%). O segundo trimestre, que havia apresentado expansão de 0,4%, passou para 0,6%. No quarto trimestre de 2005, o resultado, que era de expansão de 1,2%, passou para 0,7%.

Na década de 90, o mundo cresceu em média 3,4%, enquanto no Brasil o avanço foi de 2,7%. Na década de 80, o cenário foi ainda pior: o Brasil cresceu 1,6%, enquanto o mundo, 3,4%.

Entre os Brics (grupo de países emergentes que reúne, além do Brasil e da Índia, a Rússia e a China), o Brasil amarga a pior posição em 2006, bem atrás da China, campeã de crescimento (10,7%), Rússia (6,7%) e Índia, que deve ter crescido 9,2%.

A expansão da economia brasileira veio dentro das previsões feitas por analistas ouvidos pela Folha Online, que esperavam por um crescimento entre 2,7% e 2,9%.

No último trimestre do ano, o PIB avançou 1,1% em relação ao terceiro trimestre. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o avanço foi de 3,8%.

Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, caso as políticas econômicas em curso sejam estruturadas, com incentivo ao investimento, fortalecimento da renda e competitividade das empresas e queda do endividamento público, dentro de cinco anos o Brasil poderá novamente se aproximar das taxas de crescimento mundial. 'Vamos chegar lá a passos muito lentos. Esses passos poderiam ter sido acelerados no passado.'

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