14/03/2007
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11h42
da Folha Online, em Brasília
A conversão de pulsos para minutos na telefonia fixa vai acontecer apenas na metade dos municípios brasileiros. Em cerca de 2.800 municípios, o sistema de tarifação da telefonia fixa será mantido em pulsos. A informação é do superintendente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Gilberto Alves.
Ele explicou, no entanto, que, nos municípios onde o sistema de minutos não for implantado, os usuários pagarão apenas a assinatura básica, independentemente do número ou do tempo de duração das chamadas entre telefones fixos.
Nesses municípios, que têm juntos cerca de 700 mil telefones fixos instalados (de um total de quase 40 milhões em todo o país), também não será possível o acesso à conta detalhada, obrigatória a partir da conversão para minutos. Entretanto, a avaliação de técnicos da agência é de que os usuários serão beneficiados, uma vez que poderão falar ao telefone, além da franquia estabelecida na assinatura básica sem precisar pagar mais por isso.
A cobrança adicional será possível apenas para chamadas para celulares e serviços interurbanos e internacionais que já são cobrados além da assinatura.
Esses municípios estão localizados nas áreas de atuação da Telemar e da Brasil Telecom. No caso da Telefônica, da Sercomtel e CTBC Telecom, a conversão para minutos será feita em toda a área de atuação. O prazo para que a conversão seja adotada vai até o fim de julho. A partir de agosto, todos os usuários dos municípios onde o sistema de minutos será adotado, poderão optar entre o plano básico, voltado principalmente para quem faz chamadas mais curtas (de até três minutos) e o alternativo, criado especialmente para atender aos usuários de internet discada --cujas chamadas são mais longas (em média 20 minutos).
Nos municípios onde não haverá conversão, as empresas avaliaram que os custos técnicos tornavam inviáveis os investimentos neste momento, mas a lista de municípios poderá ser revista no futuro e o sistema de tarifação eventualmente poderá ser convertido para minutos.
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Metade dos municípios brasileiros terá tarifa de telefonia em minutos, diz Anatel
PATRÍCIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
A conversão de pulsos para minutos na telefonia fixa vai acontecer apenas na metade dos municípios brasileiros. Em cerca de 2.800 municípios, o sistema de tarifação da telefonia fixa será mantido em pulsos. A informação é do superintendente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Gilberto Alves.
Ele explicou, no entanto, que, nos municípios onde o sistema de minutos não for implantado, os usuários pagarão apenas a assinatura básica, independentemente do número ou do tempo de duração das chamadas entre telefones fixos.
Nesses municípios, que têm juntos cerca de 700 mil telefones fixos instalados (de um total de quase 40 milhões em todo o país), também não será possível o acesso à conta detalhada, obrigatória a partir da conversão para minutos. Entretanto, a avaliação de técnicos da agência é de que os usuários serão beneficiados, uma vez que poderão falar ao telefone, além da franquia estabelecida na assinatura básica sem precisar pagar mais por isso.
A cobrança adicional será possível apenas para chamadas para celulares e serviços interurbanos e internacionais que já são cobrados além da assinatura.
Esses municípios estão localizados nas áreas de atuação da Telemar e da Brasil Telecom. No caso da Telefônica, da Sercomtel e CTBC Telecom, a conversão para minutos será feita em toda a área de atuação. O prazo para que a conversão seja adotada vai até o fim de julho. A partir de agosto, todos os usuários dos municípios onde o sistema de minutos será adotado, poderão optar entre o plano básico, voltado principalmente para quem faz chamadas mais curtas (de até três minutos) e o alternativo, criado especialmente para atender aos usuários de internet discada --cujas chamadas são mais longas (em média 20 minutos).
Nos municípios onde não haverá conversão, as empresas avaliaram que os custos técnicos tornavam inviáveis os investimentos neste momento, mas a lista de municípios poderá ser revista no futuro e o sistema de tarifação eventualmente poderá ser convertido para minutos.
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