28/03/2007
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09h26
O gerente da BR Distribuidora que está afastado do cargo sob suspeita de ter usado informação privilegiada sobre a venda da Ipiranga --ao consórcio formado por Petrobras, Ultra e Braskem--, para especular no mercado de ações, lucrou R$ 121 mil em menos de uma semana na Bovespa, informa reportagem publicada nesta quarta-feira pela Folha --a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Ele comprou ações ordinárias da Refinaria Ipiranga, em 13 de março (quarta-feira), e as revendeu com valorização de 70% no dia 19, quando houve o anúncio oficial da venda do controle acionário da Ipiranga.
Ontem, a presidente da BR Distribuidora, Maria das Graças Foster, disse à Folha que "todos na Petrobras estão superincomodados com essa situação", mas declarou não poder revelar a identidade do gerente, pois o processo corre em segredo de Justiça.
Há 35 anos na companhia, ele era responsável por toda a operação da BR Distribuidora na área de combustíveis para aviação. Morador de um prédio de classe média alta na Barra da Tijuca, o gerente era funcionário de carreira da Petrobras, mas estava cedido à BR.
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Gerente da Petrobras suspeito de vazar informação lucrou R$ 121 mil
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da Folha OnlineO gerente da BR Distribuidora que está afastado do cargo sob suspeita de ter usado informação privilegiada sobre a venda da Ipiranga --ao consórcio formado por Petrobras, Ultra e Braskem--, para especular no mercado de ações, lucrou R$ 121 mil em menos de uma semana na Bovespa, informa reportagem publicada nesta quarta-feira pela Folha --a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Ele comprou ações ordinárias da Refinaria Ipiranga, em 13 de março (quarta-feira), e as revendeu com valorização de 70% no dia 19, quando houve o anúncio oficial da venda do controle acionário da Ipiranga.
Ontem, a presidente da BR Distribuidora, Maria das Graças Foster, disse à Folha que "todos na Petrobras estão superincomodados com essa situação", mas declarou não poder revelar a identidade do gerente, pois o processo corre em segredo de Justiça.
Há 35 anos na companhia, ele era responsável por toda a operação da BR Distribuidora na área de combustíveis para aviação. Morador de um prédio de classe média alta na Barra da Tijuca, o gerente era funcionário de carreira da Petrobras, mas estava cedido à BR.
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