08/05/2007
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16h11
do Agora
Mais de seis meses após o início da venda do pão francês por quilo, o produto ainda é líder de reclamações de clientes no Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo).
De acordo com o balanço da ouvidoria do órgão, em abril, as queixas contra o pão representaram 41,1% das 112 reclamações feitas contra produtos fiscalizados. Ao todo, foram 46 reclamações contra o pão, sendo que 13 resultaram em autuação.
Segundo o ouvidor do Ipem-SP, Flávio Floret, a principal irregularidade encontrada é venda do produto por unidade, proibida desde 20 de outubro.
Floret também diz que consumidores procuram o Ipem-SP para reclamar que o pão está mais caro. Para eles, após a venda por quilo, os padeiros teriam aumentado o peso do produto para que ela custasse mais.
No entanto, o ouvidor afirma que, quanto a isso, não há o que o Ipem-SP possa fazer. "As padarias podem vender o pão do tamanho que quiserem."
Para o presidente do Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria de São Paulo, Antero Pereira, os problemas não estão com as padarias. "Todo local regular vende por quilo. O problema pode estar com comércio informal." Ele diz o pão pode até estar mais caro, porém o preço é justo. "Se pesa mais, custa mais."
Balanço
O produto com o segundo maior número de reclamações são os brinquedos --nove queixas em abril. O gás, vendido em botijão, é o terceiro do ranking. Em abril, foram seis.
O Ipem-SP também fiscaliza serviços e instrumentos de medição. Nesta área, o maior número de reclamações são contra as bombas de combustível --41,7%. Em abril, foram 65 queixas.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Ipem-SP
Pão por peso lidera ranking de reclamações no Ipem-SP
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VINICIUS KONCHINSKIdo Agora
Mais de seis meses após o início da venda do pão francês por quilo, o produto ainda é líder de reclamações de clientes no Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo).
De acordo com o balanço da ouvidoria do órgão, em abril, as queixas contra o pão representaram 41,1% das 112 reclamações feitas contra produtos fiscalizados. Ao todo, foram 46 reclamações contra o pão, sendo que 13 resultaram em autuação.
Segundo o ouvidor do Ipem-SP, Flávio Floret, a principal irregularidade encontrada é venda do produto por unidade, proibida desde 20 de outubro.
Floret também diz que consumidores procuram o Ipem-SP para reclamar que o pão está mais caro. Para eles, após a venda por quilo, os padeiros teriam aumentado o peso do produto para que ela custasse mais.
No entanto, o ouvidor afirma que, quanto a isso, não há o que o Ipem-SP possa fazer. "As padarias podem vender o pão do tamanho que quiserem."
Para o presidente do Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria de São Paulo, Antero Pereira, os problemas não estão com as padarias. "Todo local regular vende por quilo. O problema pode estar com comércio informal." Ele diz o pão pode até estar mais caro, porém o preço é justo. "Se pesa mais, custa mais."
Balanço
O produto com o segundo maior número de reclamações são os brinquedos --nove queixas em abril. O gás, vendido em botijão, é o terceiro do ranking. Em abril, foram seis.
O Ipem-SP também fiscaliza serviços e instrumentos de medição. Nesta área, o maior número de reclamações são contra as bombas de combustível --41,7%. Em abril, foram 65 queixas.
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