09/05/2007
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10h12
A produção industrial fechou março com alta em oito das 14 regiões do país na comparação com fevereiro (com ajuste sazonal), revela pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Na semana passada, o instituto informou que a indústria brasileira registrou um avanço de 1,2% em março ante fevereiro, a sexta alta consecutiva nessa base de comparação.
A indústria de São Paulo, que detém maior peso na estrutura industrial do país, apresentou estabilidade.
O maior crescimento ocorreu em Minas Gerais (5,3%), seguido por Pernambuco (4,9%), Paraná e Rio de Janeiro (ambos com 3,6%) e Goiás (3,4%).
Por outro lado, as maiores quedas foram verificadas no Ceará (-4,9%), região Nordeste (-1,6%) e Bahia (-0,2%).
Em relação a março de 2006, os índices regionais apresentaram taxas positivas em 11 das 14 regiões pesquisadas. O crescimento da indústria do Paraná foi 11,4% superior ao do ano passado. A maior queda foi registrada no Ceará (-6,9%).
No primeiro trimestre do ano frente a igual período do ano anterior a indústria só registrou perdas no Amazonas (-2,3%) e no Ceará (-4,2%).
Com taxas acima da média nacional (3,8%), situaram-se as indústrias do Paraná (8,0%), Pará (6,7%), Goiás (6,5%), Rio Grande do Sul e Espírito Santo (ambos com 6,4%), Minas Gerais (5,8%) e Pernambuco (5,7%). Os maiores destaques ficaram com os segmentos de caminhões, minérios de ferro, autopeças, petróleo, automóveis e açúcar cristal.
No caso do Ceará e Amazonas as principais pressões vieram, respectivamente, de refino de petróleo e produção de álcool (gasolina); e de material eletrônico e equipamentos de comunicações (telefones celulares e televisores).
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Produção industrial sobe em 8 das 14 regiões em março, diz IBGE
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da Folha Online, no Rio de JaneiroA produção industrial fechou março com alta em oito das 14 regiões do país na comparação com fevereiro (com ajuste sazonal), revela pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Na semana passada, o instituto informou que a indústria brasileira registrou um avanço de 1,2% em março ante fevereiro, a sexta alta consecutiva nessa base de comparação.
A indústria de São Paulo, que detém maior peso na estrutura industrial do país, apresentou estabilidade.
O maior crescimento ocorreu em Minas Gerais (5,3%), seguido por Pernambuco (4,9%), Paraná e Rio de Janeiro (ambos com 3,6%) e Goiás (3,4%).
Por outro lado, as maiores quedas foram verificadas no Ceará (-4,9%), região Nordeste (-1,6%) e Bahia (-0,2%).
Em relação a março de 2006, os índices regionais apresentaram taxas positivas em 11 das 14 regiões pesquisadas. O crescimento da indústria do Paraná foi 11,4% superior ao do ano passado. A maior queda foi registrada no Ceará (-6,9%).
No primeiro trimestre do ano frente a igual período do ano anterior a indústria só registrou perdas no Amazonas (-2,3%) e no Ceará (-4,2%).
Com taxas acima da média nacional (3,8%), situaram-se as indústrias do Paraná (8,0%), Pará (6,7%), Goiás (6,5%), Rio Grande do Sul e Espírito Santo (ambos com 6,4%), Minas Gerais (5,8%) e Pernambuco (5,7%). Os maiores destaques ficaram com os segmentos de caminhões, minérios de ferro, autopeças, petróleo, automóveis e açúcar cristal.
No caso do Ceará e Amazonas as principais pressões vieram, respectivamente, de refino de petróleo e produção de álcool (gasolina); e de material eletrônico e equipamentos de comunicações (telefones celulares e televisores).
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