17/05/2007
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12h02
A agência de classificação de risco Standard & Poor's elevou nesta quinta-feira os "ratings" (notas de risco) de oito instituições financeiras brasileiras, um dia depois de revisar o de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB+". Destas oito, duas alcançaram o grau de investimento ("investiment grade").
Os bancos Bradesco, Itaú e Itaú BBA receberam a nota "BBB-", que indica grau de investimento, para o rating em moeda estrangeira o --os três ficaram com perspectiva positiva.
Unibanco, Citibank, Santander e HSBC foram elevados de "BB" para "BB+", um passo do grau de investimento --a perspectiva ficou positiva. Já o Banco Votorantim passou de "BB" para "BB+" com perspectiva estável.
"A elevação dos ratings das instituições financeiras reflete a melhora na qualidade de crédito com base nos próprios méritos delas, bem como o suporte de seus controladores e nossa percepção acerca das melhorias no ambiente operacional em que atuam", diz a agência em nota.
A Standard & Poor's também elevou os ratings de crédito de uma empresa de administração de recursos de terceiros e de três seguradoras. Segundo a agência, as notas refletem o papel que "desempenham como subsidiárias do Unibanco, Bradesco e Itaú, de tal forma que seus 'ratings' acompanham as de seus controladores".
O "rating", na prática, significa uma recomendação da agência classificadora sobre as chances de um país, ou mesmo uma empresa, atrasar o pagamento de seus compromissos financeiros. Quanto maior a nota, menor a probabilidade de calote.
A melhora ("upgrade") de um rating significa que países ou empresas podem levantar recursos no exterior pagando juros menores. Também sinaliza que o fluxo de recursos externos para um país pode aumentar, já que aumenta a confiança dos investidores globais naquela economia, o que explica a desvalorização cambial.
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Agência eleva nota de 8 bancos; dois recebem grau de investimento
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da Folha OnlineA agência de classificação de risco Standard & Poor's elevou nesta quinta-feira os "ratings" (notas de risco) de oito instituições financeiras brasileiras, um dia depois de revisar o de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB+". Destas oito, duas alcançaram o grau de investimento ("investiment grade").
Os bancos Bradesco, Itaú e Itaú BBA receberam a nota "BBB-", que indica grau de investimento, para o rating em moeda estrangeira o --os três ficaram com perspectiva positiva.
Unibanco, Citibank, Santander e HSBC foram elevados de "BB" para "BB+", um passo do grau de investimento --a perspectiva ficou positiva. Já o Banco Votorantim passou de "BB" para "BB+" com perspectiva estável.
"A elevação dos ratings das instituições financeiras reflete a melhora na qualidade de crédito com base nos próprios méritos delas, bem como o suporte de seus controladores e nossa percepção acerca das melhorias no ambiente operacional em que atuam", diz a agência em nota.
A Standard & Poor's também elevou os ratings de crédito de uma empresa de administração de recursos de terceiros e de três seguradoras. Segundo a agência, as notas refletem o papel que "desempenham como subsidiárias do Unibanco, Bradesco e Itaú, de tal forma que seus 'ratings' acompanham as de seus controladores".
O "rating", na prática, significa uma recomendação da agência classificadora sobre as chances de um país, ou mesmo uma empresa, atrasar o pagamento de seus compromissos financeiros. Quanto maior a nota, menor a probabilidade de calote.
A melhora ("upgrade") de um rating significa que países ou empresas podem levantar recursos no exterior pagando juros menores. Também sinaliza que o fluxo de recursos externos para um país pode aumentar, já que aumenta a confiança dos investidores globais naquela economia, o que explica a desvalorização cambial.
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